Na Bienal, Douglas Apratto segue em busca de desvendar Alagoas
Pensador, professor e historiador lança novas obras e relança sucessos editoriais no maior evento literário do estado
A formação intelectual, a educação, a história de Alagoas e o que ela pode ser no futuro — tudo isso e ainda mais um pouco foi explorado com a participação do professor e historiador Douglas Apratto na 10ª edição da Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que ocorre no Centro de Convenções de Maceió até o dia 20 de agosto.
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No maior evento cultural e literário de Alagoas, o pensador participa de mesas-redondas, palestras, debates e lançamentos, impulsionando discussões contundentes sobre a vocação do estado e as nuances mais importantes de sua história. Empolgado, ele afirma que o evento é o mais importante do ano e que os alagoanos já estavam com saudade de celebrar o pensamento.
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“Participei do lançamento de livros, de debates sobre a educação e fazendo uma palestra sobre São Miguel dos Campos, tudo com muita alegria. Depois da pandemia de Covid-19, algo como a Bienal faz falta, ainda mais porque eventos dessa natureza, infelizmente, são escassos em Alagoas”, reflete Apratto.

“É muito emocionante ver as pessoas participando, as crianças, os estudantes. Nossa Universidade Federal de Alagoas está de parabéns pelo evento, ele mostra a força da cultura alagoana”, continua o autor, que é vice-reitor do Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac).


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Autor de 36 livros, sendo 34 deles dedicados ao resgate de fatos históricos, Apratto aproveitou a oportunidade para lançar novidades e também novas edições de sucessos editoriais escritos por ele. Durante o evento, apresentou obras como “O silêncio dos esquecidos”, “As vilas operárias, a mulher e o algodão em Alagoas”, "Alagoas: Uma Esfinge a Desvendar" e “Presença Holandesa”.
“Nesta edição estamos vendo lançamentos extraordinários, tem sido incrível e emocionante acompanhar. Eu, por exemplo, lancei livros sobre a fauna, sobre a flora, sobre patrimônio, pensando nos jovens e crianças da nossa sociedade, o livro sobre as vilas operárias traz um recorte da força feminina, do empoderamento de muitas mulheres. Tá sendo muito emocionante e importante conversar sobre o assunto tratado no livro”, conclui o historiador.
As obras de Douglas Apratto estão disponíveis em diversos estandes da Bienal Internacional do Livro de Alagoas. O evento funciona das 10h às 22h e, ao todo, contará com mais de 300 lançamentos literários.
