Alagoas receberá R$ 57 milhões via Lei de Emergência Cultural
Lei Aldir Blanc prevê auxílio a artistas e equipamentos culturais; saiba quanto cada município receberá
O estado de Alagoas receberá cerca de R$ 57 milhões para distribuir entre trabalhadores informais, espaços artísticos e cooperativas culturais alagoanas por meio da Lei Aldir Blanc, recém sancionada. Os profissionais do setor cultural terão direito a uma renda emergencial de R$ 600, paga em três parcelas.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

De acordo com a Secretaria de Estado da Cultura (Secult-AL), do total, R$ 31,5 milhões serão administrados pelo Estado, enquanto o restante da verba irá direto para as contas dos municípios. A regra de partilha utiliza critérios do rateio do Fundo de Participação dos Município (FPM) e também considera a densidade demográfica. Cidades como Viçosa, por exemplo, com pouco mais de 26 mil habitantes, devem receber o montante de R$ 210 mil.
Leia também
Clique aqui para verificar quanto cada município receberá.
Os municípios terão prazo máximo de 60 dias, após o recebimento, para dar destino aos recursos. Caso isso não ocorra, eles serão automaticamente revertidos ao fundo de cultura do Estado ou ao órgão responsável pela gestão desses recursos.


Flávio critica contas do governo, cita Provérbios e diz: “Brasil está na mão do agiota”

Flávio chega a encontro em Maceió e destaca Alfredo como “representante do Nordeste”

Após carreata, Flávio Bolsonaro grava com candidatos do PL em Maceió

Logística para o jogo de ida do playoff - 25/08/2026
De acordo com a Fundação Municipal de Ação Cultural de Maceió (Fmac), há um diálogo com a Secult-AL para que a administração da renda emergencial seja realizada pelo Estado, em razão de ele possuir maior capacidade de distribuição e recursos técnicos.
"Para Maceió, nós devemos focar no repasse do subsídio às instituições culturais, aos equipamentos culturais para que recebam um aporte de recurso entre R$ 3 mil e 10 mil mensais, para ajudar na subsistência desses espaços, para que paguem água, luz, os funcionários e para que também realizem alguma ação. O município está cuidando dessa parte, esses locais já estão sendo identificados", explica Marcos Sampaio, assessor especial da Fmac.
