Novatos fazem matrículas na Uncisal após impasse judicial com vestibular
Estudantes se dizem aliviados com a efetivação; aulas começam na quinta (1º)
Após decisão judicial expedida na última semana, os aprovados no vestibular 2018 da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) puderam, enfim, efetivar as matrículas no curso que escolheram. O procedimento foi iniciado nesta segunda-feira (26) e termina na quarta, sempre das 9 horas até as 16 horas, na sede da instituição, no bairro do Trapiche, em Maceió. As aulas começam nesta quinta-feira (1º).
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Os novatos relatam o alívio por conseguir efetuar a matrícula, após uma longa espera e batalha judicial. A estudante Stheffany Roberta, 18 anos, passou no curso de Enfermagem na primeira e segunda lista. Ela diz que sente muito aliviada com a decisão da justiça em retomar o ato da matrícula. "Sinto-me aliviada porque não é fácil passar no vestibular. A gente se dedica o ano todo e de repente vê tudo indo por água abaixo".
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A estudante Maísa Alves, passou em Fisioterapia, também nas duas listas divulgadas. Para ela, a justiça foi feita. "Agora estou vendo tudo se concretizando, porque era algo que eu esperava muito. Estou preparada para começar as aulas".
Aprovado na segunda lista de Medicina, Antônio Fernando também fala que sentiu que a justiça foi feita e que agora espera ter uma boa graduação. "Como a universidade é focada na área da saúde, tenho certeza que terei uma boa graduação. Estou confiante e pronto para o começo das aulas".


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A Uncisal não entrou com nenhuma ação na Justiça em relação ao impasse gerado no vestibular 2018. A Reitoria aguarda resolver os problemas causados pela empresa com relação ao processo, mas não descarta entrar com uma ação contra a AOCP futuramente.

Com relação a ação da Defensoria Pública que pede uma nova correção das provas, o reitor acredita que não vai atrapalhar esse momento. "O julgamento da primeira ação que suspendeu a liminar foi do mesmo juiz que está com a ação da Defensoria Pública, então eu acredito que não vá ter diferença. Ele vai manter o mesmo entendimento", pensa.
Ele acredita que a Justiça não deve alterar o processo, mesmo a Defensoria achando que deve fazer essa nova correção.
