Ministro defende protagonismo em inteligência artificial para o país
Brasil tem uma Estratégia Digital (E-digital), lançada em 2018, apenas com diretrizes gerais para a transformação digital do país
Anfitrião da 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, o ministro Marcos Pontes falou hoje sobre os planos do governo para uma política nacional de inteligência artificial. De acordo com o ministro, as diretrizes para regular a nova tecnologia devem ser lançadas até o final deste ano.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

O Brasil tem uma Estratégia Digital (E-digital), lançada em 2018, apenas com diretrizes gerais para a transformação digital do país. A política nacional servirá de guia para a pesquisa, desenvolvimento e uso de aplicações de inteligência artificial. "A ideia é que o Brasil não fique para trás nessa área. Não tem como voltar atrás. Temos que acompanhar e ser protagonistas em tecnologia", disse Marcos Pontes.
Leia também
O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações vai inaugurar, em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), oito laboratórios voltados para a pesquisa no campo de inteligência artificial ainda este ano. Destes, quatro terão áreas específicas: indústria, agronomia, cidades e saúde.
"Essa tecnologia [inteligência artificial], combinada com a internet das coisas e a quinta geração de internet móvel que está chegando ao Brasil, mudará a vida das pessoas. E o governo estará pronto para protagonizar essa mudança", afirmou o ministro.


Turista é preso em Maceió após ser acusado de agredir e tentar jogar namorada pela janela de hotel

Porto de Pedras conquista duas Bandeiras Azuis para praias da Laje e do Patacho

Vacina Pneumo 20 já está disponível para idosos com 85 anos ou mais no SUS

Circuito Penedo abre inscrições para monitores da UFAL até 12 de outubro
Astronautas brasileiras
Questionado sobre a primeira caminhada espacial protagonizada por mulheres, que ocorreu na última sexta-feira, Pontes respondeu que o Centro Espacial de Alcântara poderá, no futuro, formar turmas de astronautas brasileiros e também realizar caminhadas espaciais.
"Já estamos dominando várias tecnologias de lançamento, entre as quais a queima de propelente líquido. Mas temos que avançar nosso programa espacial, construir, testar e lançar satélites próprios. A partir daí, podemos partir para um programa espacial que seja soberano. Eu teria muito orgulho de treinar um grupo assim", concluiu o ministro.
