Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Vacina mais avançada contra malária perde eficácia com o tempo

Após 4 anos, taxa de proteção de pacientes caiu para 2,5%. Estudo foi publicado na revista 'The New England Journal of Medicine'

A vacina experimental RTS,S, a mais avançada contra a malária, perde grande parte da sua eficácia após alguns anos, de acordo com os resultados de um ensaio clínico realizado no Quênia com crianças, publicado nesta quarta-feira (30) nos Estados Unidos.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A proteção também diminui mais rapidamente em pessoas que vivem em zonas onde os índices de malária são maiores que a média, disseram os pesquisadores britânicos, cujo estudo foi publicado na revista americana "The New England Journal of Medicine".

Leia também

Os resultados sugerem que a capacidade protetora desta vacina varia de acordo com as populações, e mostram a necessidade de pesquisas adicionais para encontrar a maneira mais eficaz de utilizá-la, afirmaram os cientistas.

Atualmente, não existe nenhuma vacina homologada contra a malária. A RTS,S, desenvolvida pelos laboratórios britânicos GlaxoSmithKline, é a vacina experimental que está em estágio de desenvolvimento mais avançado.

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

A vacina já tinha sido testada em um amplo ensaio clínico realizado em sete países africanos, e no ano passado a Agência Europeia de Medicamentos deu uma "opinião científica positiva" para seu uso. Mas o estudo atual, envolvendo 447 crianças com idades entre cinco e 17 meses, trouxe uma perspectiva diferente.

Cientistas do programa de pesquisa KEMRI-Wellcome Trust em Kilifi, no Quênia, dividiram os participantes em dois grupos, um que recebeu três doses da vacina RTS,S e um grupo de controle, para comparação, que foi vacinado apenas contra a raiva.

Durante o primeiro ano, a taxa de proteção das crianças vacinadas contra a malária foi de 35,9%. Porém, quatro anos depois, essa taxa caiu para 2,5%. Em média, ao longo de sete anos, a vacina foi considerada apenas 4,4% efetiva contra a doença.

Além disso, entre as crianças que eram expostas com mais frequência à malária, causada por um parasita do gênero Plasmodium e transmitida por mosquitos infectados, o número de casos da doença foi ligeiramente maior no grupo vacinado (1.002 casos) do que no grupo de controle (992) após cinco anos.

Isso se explicaria pelo fato de que as crianças vacinadas desenvolvem sua imunidade natural mais lentamente que os que não receberam a vacina, um fenômeno observado em estudos anteriores, de acordo com os pesquisadores.

"Nosso estudo sugere que uma quarta dose da vacina RTS,S poderia ser importante para manter a proteção por mais tempo", disse Ally Olotu, autor principal do estudo.

A malária matou mais de 400.000 pessoas no mundo todo em 2015, 90% delas na África subsaariana, e em sua maioria crianças menores de cinco anos.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas