Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Terapias alternativas no SUS dão suporte para superação do tabagismo

Doença mata 428 pessoas por dia no país; hoje é dia de combate ao fumo

Passaram-se quatro anos entre o dia em que o funcionário público Eduardo Furquim, 53 anos, decidiu parar de fumar e o momento em que ele largou definitivamente o cigarro. "O vício já estava bem impregnado. Eu conseguia diminuir a quantidade por dia, mas não conseguia parar", disse. Ele aponta que o grupo de apoio, junto com outros fumantes, que ele frequentou durante oito meses, na Freguesia do Ó, zona leste paulistana, foi fundamental para superar o tabagismo. A doença mata 428 pessoas por dia no Brasil, segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), órgão do Ministério da Saúde. Hoje (29) é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Fumo.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Furquim fez parte do Programa Municipal de Combate ao Tabagismo, ofertado em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Centros de Atenção Psicossocial (Caps), do Sistema Único de Saúde (SUS). Além do uso de medicamentos no tratamento antitabaco, são oferecidos serviços complementares, como grupos terapêuticos, trabalhos corporais, atividades físicas e práticas de medicina tradicional chinesa. Em São Paulo, o programa funciona desde 2006 e atendeu, até agora, 76.730 pacientes utilizando uma abordagem cognitiva comportamental.

Leia também

Ao longo de 8 meses, o funcionário público encontrou outras pessoas que também tentavam interromper o vício. "Foram reuniões semanais, depois quinzenais e, por fim, mensais. A gente discutia quais eram as dificuldades, o que dava aquele start em cada um para dar vontade de fumar. O grupo teve um papel fundamental. As dificuldades que eu tinha, eu achava que eram só minhas. E isso era debatido no grupo e via que não era assim", disse. Para acessar esses serviços, é preciso procurar a UBSs mais próxima.

Terapias alternativas

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Acupuntura, homeopatia e práticas corporais como tai chi chuan e liang gong são algumas das terapias ofertadas na rede municipal. "Essas práticas acabam cuidando da saúde das pessoas como um todo, estão voltadas para promoção da saúde e prevenção de doenças", explicou Emílio Talesi Júnior, médico da área técnica de praticas integrativas e complementares da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo. Ele aponta que a auriculoterapia, uma modalidade da acupuntura, é dos serviços mais buscados para ajudar no combate ao vício do tabaco.

Talesi Júnior avalia que, ao longo dos últimos 20 anos, período em que atua com práticas integrativas na saúde, a busca por terapias alternativas têm sido cada vez mais frequente. "A procura é cada vez maior da população, que vem querendo, procurando. Essa busca da população é até um fator que favorece a expansão desse campo. E o preconceito vem caindo também entre os próprios profissionais de saúde que também querem aprender novas tecnologias", avaliou.

Furquim destaca as dificuldades em abandonar o vício e aponta como fundamental o apoio recebido. "Não é fácil. Tem que ter muita força de vontade. Quem me vê hoje e me viu uns anos atrás não acredita que sou a mesma pessoa", disse. Mais de 10 anos longe do cigarro, a saúde pulmonar dele pode ser comparada à de um não fumante, segundo profissionais do Hospital Sírio-Libanês.

Doença

O tabagismo é uma doença (dependência de nicotina) que tem relação com aproximadamente 50 enfermidades, dentre elas vários tipos de câncer, como de pulmão, de laringe, de faringe, do esôfago, do estômago, do pâncreas, do fígado, de rim, da bexiga, do colo de útero e leucemia.

O Inca informou que os fumantes adoecem com uma frequência duas vezes maior que os não fumantes. "Têm menor resistência física, menos fôlego e pior desempenho nos esportes e na vida sexual do que os não fumantes. Além disso, envelhecem mais rapidamente e ficam com os dentes amarelados, cabelos opacos, pele enrugada e impregnada pelo odor do fumo".

Furquim lista os benefícios físicos e sociais conquistados com o fim do vício. "Voltei a sentir o sabor dos alimentos e a respiração melhorou muito. Hoje, eu pratico luta marcial, natação e musculação. Tanto a luta quanto a natação, inclusive, eu faço com meu filho mais novo", disse o funcionário público, que começou a fumar aos 16 anos. A decisão de parar veio com o nascimento do segundo filho, que hoje tem 12 anos. "Eu não queria ser uma influência negativa".

Tabagismo

O estudo "A Curva Epidêmica do Tabaco no Brasil: Para Onde Estamos Indo?", lançado nesta quinta-feira pelo Inca analisa as tendências temporais da taxa de mortalidade por câncer de pulmão no Brasil. O tabagismo mata mais da metade de seus usuários e é responsável por 8 milhões de mortes mundialmente por ano, sendo a principal causa de morte evitável.

A estimativa é que surjam 2 milhões de novos casos de câncer de pulmão em 2019 no mundo, sendo o primeiro tipo de câncer entre os homens e o terceiro entre as mulheres. No Brasil, a estimativa é de 31.270 novos casos este ano, com 27.931 óbitos por câncer de pulmão registrados no país em 2017.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas