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Pesquisa sugere que suplemento pode reduzir agressividade. Veja qual

Pesquisadores sugerem que resultado é fruto da nutrição do cérebro


				
					Pesquisa sugere que suplemento pode reduzir agressividade. Veja qual
A pesquisa foi feita a partir da revisão de 29 ensaios clínicos que envolveram 3,9 mil participantes no total. imbarney22/ Getty Images

Viver com raiva não faz bem. A agressividade, além de ser um motor de episódios de violência social, é também prejudicial ao funcionamento do organismo, aumentando níveis de estresse e restringindo a circulação sanguínea.

Há momentos, entretanto, em que parece impossível não perder a paciência. Para dar uma ajuda na hora de se acalmar, a ciência descobriu uma forma inusitada de manter a raiva em níveis mais saudáveis.

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Uma pesquisa feita por psicólogos e criminalistas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, indicou que o uso frequente de suplementos alimentares de ômega-3 pode reduzir os níveis de agressividade em uma média de 28% comparado com o grupo que tomava placebo.

De acordo com a investigação publicada em maio na revista Aggression and Violent Behavior, os ácidos graxos disponíveis nas cápsulas feitas a partir de óleo de peixe parecem ser capazes de reduzir inflamações cerebrais e melhorar o fluxo de sangue no organismo.

Com um cérebro melhor alimentado, o resultado prático parece ser um indivíduo mais racional e calmo. O estudo inclui tanto a agressão reativa (em resposta a uma provocação) como a agressão proativa (um comportamento planejado antecipadamente).

A pesquisa foi feita a partir da revisão de 29 ensaios clínicos que envolveram 3,9 mil participantes no total. Só foram considerados episódios agressivos os que levaram às vias de fato ou a brigas verbais com trocas de ofensas reportadas pelos voluntários.

Embora os dados sejam limitados e os pacientes tenham sido acompanhados por pouco tempo, os cientistas sugerem que o suplemento e uma nutrição adequada podem ser possibilidades de tratamento para a redução de episódios agressivos.

Leia a matéria completa em Metrópoles.com

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