Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Maceió tem o pior índice do País em autoavaliação da saúde entre a população

Capital alagoana também detém uma das maiores taxas em inatividade física entre as capitais

O estudante alagoano Izaldo Filho tem 23 anos e há pelo menos um não vai a um médico. Apesar de se considerar saudável, ele justifica a ausência pela burocracia de se marcar uma consulta. "Principalmente quando você só tem o SUS (Sistema Único de Saúde)", ressalta.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

"Você não pode chegar e simplesmente se consultar. É preciso faltar um dia de emprego, marcar para ver se o dia em que você vai pode se atendido", justifica Izaldo Filho. "A correria do dia a dia não te dá tempo para ver a saúde", acredita.

Leia também

A autoavaliação da saúde feita pelo estudante alagoano é uma exceção à regra na capital alagoana, que detém o pior índice do País em autoavaliação de saúde, entre as 26 capitais e Distrito Federal, segundo a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), com bases nos dados de 2017.

De acordo com o documento, a frequência de adultos que avaliaram negativamente seu estado de saúde (como ruim ou muito ruim) variou entre 2,8% em Vitória e 6,0% em Maceió. No sexo masculino, as piores avaliações foram observadas em Maceió (4,8%), em Porto Velho e em João Pessoa (ambas com 4,3%), enquanto as menores foram em Vitória (0,8%), Fortaleza (1,9%) e Belém (2,1%).

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Além da autoavaliação, o documento do Ministério da Saúde revela que Maceió tem o pior índice do País entre as mulheres que realizam exame de citologia oncótica para câncer de colo do útero. Segundo os dados, 66,6% das mulheres maceioenses fazem o exame, contra 88,9% de Florianópolis, que detém o melhor índice do País.

A citologia oncótica para câncer de colo do útero é preconizada pelo Ministério da Saúde para todas as mulheres de 25 a 64 anos de idade uma vez por ano e, após dois exames anuais negativos, a cada três anos.

'Comodismo'

Sinônimo de saúde, a prática de atividade física também é pouco levada em conta na capital alagoana, segundo os dados do Ministério. Maceió aparece com o segundo maior índice do País de inatividade física entre os homens, com 18% da população.

A capital alagoana fica atrás somente de Aracaju, que tem o pior índice entre as 27 capitais, com 20%. O Distrito Federal é onde foi registrado o menor índice de inatividade física, com 9%.

Quando se trata de inatividade física entre as mulheres, a capital alagoana fica com os piores índices, empatada com Natal e João Pessoa, com 19% da população feminina.

Segundo o levantamento do Ministério da Saúde, no conjunto das 27 cidades, a frequência de adultos fisicamente inativos foi de 13,9%, sendo esse mesmo valor para ambos os sexos. A diferença entre os sexos foi particularmente notável na faixa etária de 18 a 24 anos, observando-se 21,0% de mulheres fisicamente inativas contra 9,0% de homens.

"A frequência de pessoas fisicamente inativas aumentou gradativamente entre os homens", ressalta o Ministério da Saúde no estudo. "Em ambos os sexos, a inatividade física foi mais frequente no estrato de menor escolaridade", acrescenta.

O próprio estudante Izaldo Filho reconhece que apesar de aparentar ser saudável, leva uma vida que considera sedentária. "Meu único exercício é caminhar", ressalta.

Sedentarismo

Um dos motivos para a inatividade física entre a população da capital é que 23,5% dos maceioenses passam três ou mais horas diárias diante da televisão. Em Palmas (TO), por exemplo, esse índice cai para 15,5% - o menor entre as 27 unidades da Federação analisadas. Segundo os dados do Ministério da Saúde, em Alagoas a televisão fascina mais os homens (25%) do que as mulheres (22%).

Em todo o País, a frequência do hábito de ver televisão por três ou mais horas diárias foi de 24,6%, com valores semelhantes para homens (24,2%) e mulheres (24,9%). "No total da população, a frequência deste hábito aumentou gradativamente com a idade. Em ambos os sexos, o hábito de ver televisão por três horas diárias diminui com o aumento da escolaridade", aponta o estudo.

Outro fator que contribui para que a população de Maceió encabece o ranking da inatividade física é o uso excessivo de computador, tablet ou celular. De acordo com o estudo do governo federal, 19,7% dos maceioenses gastam três horas ou mais do seu tempo livre usando um desses três equipamentos.

A incidência é maior entre os homens (24%). Nas mulheres, esse índice é de 17%. "Em ambos os sexos, este comportamento diminuiu com a idade e foi menor entre os adultos com menor escolaridade", diz o ministério.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas