Lito Sousa: cuidado paliativo trata a rotina e não significa fim da vida
Apesar da fama, os cuidados paliativos não são indicados apenas para pacientes terminais

Em vídeo publicado nessa quinta (3/9), Mila Seidl, esposa de Lito Sousa, explicou que o influenciador já está em casa e teve início o tratamento de cuidados paliativos.
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“Não é cuidado terminal. É quando não tem tratamento efetivo e se trata os sintomas. Estamos em uma rotina muito punk, com fisioterapia duas vezes por dia, fonoaudiólogo, terapia ocupacional, psicóloga… Tudo tem ajudado muito, além da medicação. Ele está sendo cuidado com muito amor”, explicou Mila.
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Os cuidados paliativos não começam apenas quando não há tratamento. Eles podem ser iniciados no momento do diagnóstico de uma doença grave, e podem seguir inclusive em doenças que possuem tratamento.
O objetivo é melhorar a qualidade de vida do paciente, prevenindo ou aliviando o sofrimento não só físico, mas também emocional, social e até espiritual. Por isso, uma equipe multidisciplinar participa da rotina.


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“O médico paliativista atua para melhorar o conforto físico do paciente – amenizar a dor, diminuir o mal-estar causado pela doença ou pelo seu tratamento – e toda a equipe trabalha para que esses incômodos e todos os outros sejam atenuados para melhoria da qualidade de vida de quem está enfermo e de sua família e amigos”, explica a Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP).
Política Nacional de Cuidados Paliativos
O Sistema Único de Saúde (SUS) possui uma Política Nacional de Cuidados Paliativos (PNCP), que estabelece as bases para a atenção em caso de condições de saúde que ameaçam a continuidade da vida. Familiares e cuidadores também estão incluídos.
“A Política Nacional de Cuidados Paliativos reafirma o compromisso do SUS com a saúde como um direito de todos e dever do Estado, reconhecendo a importância do cuidado ao longo de todo o curso da vida — inclusive no processo de morrer. Mais do que um conjunto de serviços, a PNCP promove uma cultura de respeito, escuta, acolhimento e alívio do sofrimento, que valoriza a vida até o fim”, explica o site do Ministério da Saúde.
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