EUA planejam testar vacina contra a zika em humanos até o fim do ano
Testes serão feitos por instituto do exército americano. Comunicado foi passado pelo Departamento de Defesa
O Instituto de Pesquisa Walter Reed do Exército dos Estados Unidos (WRAIR) realiza testes pré-clínicos com uma vacina contra o vírus da zika que deve começar a ser experimentada em humanos até o fim do ano, informou o governo americano nesta quinta-feira (9).
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Os cientistas do WRAIR, o maior centro de pesquisa biomédica do Departamento de Defesa dos EUA, trabalham no desenvolvimento de testes pré-clínicos de uma vacina com especialistas do Beth Israel Deaconess Medical Center, de Boston.
Leia também
Segundo um comunicado do Departamento de Defesa, essa tarefa se desenvolve "com rapidez" e os cientistas "planejam começar os testes em humanos antes do final do ano".
A rapidez do processo ocorre porque os especialistas conhecem bem os flavivírus, gênero de vírus que causa diversas doenças, como febre amarela, dengue e zika.


Turista é preso em Maceió após ser acusado de agredir e tentar jogar namorada pela janela de hotel

Porto de Pedras conquista duas Bandeiras Azuis para praias da Laje e do Patacho

Vacina Pneumo 20 já está disponível para idosos com 85 anos ou mais no SUS

Circuito Penedo abre inscrições para monitores da UFAL até 12 de outubro
"Existe uma pressa para fazer isto assim que possível porque há uma emergência de saúde pública em andamento. A zika é um flavivírus e trabalhamos com flavivírus em toda a nossa história, desde 1893. Desenvolvemos vacinas para flavivírus desde a Segunda Guerra Mundial", ressaltou o médico e coronel do exército Stephen Thomas, responsável pelo programa da zika.
Os Centros para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA acompanham atualmente a transmissão do vírus da zika em 39 países e territórios da América, em oito da Oceania e das ilhas do Pacífico e em um de Cabo Verde.
Até o momento, os CDC detectaram mais de 600 casos de zika nos EUA, embora não haja indícios de que tenham sido gerados no interior do país pela picada do mosquito que transmite o vírus.
O atual surto de zika, que afeta principalmente a América Latina e o Caribe, é considerado uma emergência de saúde global pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
