Distúrbios metabólicos podem estar ligados ao câncer de pâncreas
Estudo mostra que genes inflamatórios ativos, na diabetes ou obesidade, podem ajudar a explicar a pior evolução do câncer de pâncreas

Uma nova pesquisa identificou uma possível explicação biológica para a relação entre câncer de pâncreas, obesidade e diabetes tipo 2. O estudo publicado na revista Cancer Medicine, mostrou que alguns genes inflamatórios aparecem ativos tanto em doenças metabólicas quanto no adenocarcinoma ductal pancreático, o tipo mais comum e agressivo de câncer de pâncreas.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A descoberta ajuda a entender por que pessoas com obesidade ou diabetes costumam apresentar piores desfechos quando desenvolvem a doença. Segundo os pesquisadores os achados também podem abrir caminho para novas formas de prever a recorrência do câncer e desenvolver tratamentos mais direcionados.
Leia também
O câncer de pâncreas é considerado um dos mais letais porque, na maioria dos casos, é diagnosticado em fases avançadas. Além disso, as opções de tratamento ainda são limitadas e o risco de retorno da doença é alto. De acordo com o estudo, cerca de 80% dos pacientes apresentam recorrência mesmo após a cirurgia.
A obesidade e o diabetes tipo 2 já eram reconhecidos como fatores de risco para esse tipo da doença. No entanto, os mecanismos biológicos que explicam essa conexão ainda não estavam totalmente claros.


Renan Calheiros repercute rejeição de candidatura de João Neto; advogado reage

Com Arthur e Célia, JHC recebe apoio do prefeito e critica ginásio estadual fechado

Ao lado de Rute e Ricardo Nezinho, Renan Filho recebe apoio de lideranças evangélicas

Adolescente que confessou ter matado homem em Igaci é transferido para Maceió
Leia a matéria completa em Metrópoles
