Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Coqueluche causa crises de tosse e vacina é a melhor maneira de prevenir

Infecção pode ocorrer em qualquer época do ano, mas, sobretudo, em períodos chuvosos

A coqueluche, também conhecida por tosse comprida, é uma doença infectocontagiosa aguda do trato respiratório, transmitida pela bactériaBordetella pertussis. Conforme dados da Superintendência de Vigilância da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), de janeiro a abril de 2017 foram identificados três casos. No mesmo período deste ano, o número aumentou para cinco.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Devido ao aumento dos casos, é importante que os pais fiquem atentos, visto que os recém-nascidos têm as vias respiratórias muito finas, que podem ser facilmente obstruídas pelo muco produzido na infecção. Em alguns casos, podem até não conseguir respirar.

Leia também

De acordo com a técnica do Programa de Doenças Imunopreveníveis da Sesau, Claudeane Nascimento, o contágio da coqueluche se dá pelo contato direto com a pessoa infectada ou por gotículas eliminadas pelo doente ao tossir, espirrar ou falar. A infecção pode ocorrer em qualquer época do ano, mas, sobretudo, em períodos chuvosos, acometendo especialmente as crianças menores de cinco anos.

O período de incubação varia entre sete e 17 dias. Todavia, os sintomas duram cerca de seis semanas e podem ser divididos em três estágios consecutivos. A fase catarral, que compreende de uma a duas semanas, com manifestações respiratórias iniciais, acompanhadas de sintomas leves, caracterizadas por febre pouco intensa, mal-estar geral, coriza e tosse seca, com um quadro semelhante à gripe. Depois disso, os acessos de tosse se agravam e, quando eles ocorrem, dificultam a respiração.

Shorts Youtube
Play
Treinamento da PM-AL termina com apreensão de drogas escondidas em área de mata em Arapiraca

Treinamento da PM-AL termina com apreensão de drogas escondidas em área de mata em Arapiraca

Play
Motociclista morre após acidente em Teotônio Vilela e deixa esposa grávida

Motociclista morre após acidente em Teotônio Vilela e deixa esposa grávida

Play
Polícia cumpre mandados de prisão durante operação

Polícia cumpre mandados de prisão durante operação

Play
Incêndio destrói depósito de recicláveis em Maceió

Incêndio destrói depósito de recicláveis em Maceió

Play
Carros colidem em cruzamento na Ponta Verde em Maceió

Carros colidem em cruzamento na Ponta Verde em Maceió

"É a fase mais infectante. Raramente, os pais conseguem identificar se a criança está com a doença nesta etapa. A frequência e a intensidade dos acessos de tosse aumentam gradualmente", explicou.

A segunda fase, também conhecida como paroxística, que dura entre duas a seis semanas, caracteriza-se por crise com tosse súbita, rápida e curta. "A tosse torna-se mais intensa, com maior frequência à noite. A criança tem um esforço inspiratório massivo, que pode produzir o ?guincho? característico, que é quando a criança puxa o ar e, logo em seguida, vem aquele som bem fininho nas cordas vocais", pontuou. Além disso, há presença de cianose, apneia e vômitos pós-tosse.

Já a fase de convalescença, conforme a técnica do Programa de Doenças Imunopreveníveis da Sesau, os paroxismos de tosse, o 'guincho' e os vômitos diminuem em frequência e intensidade. Esta fase persiste por duas a seis semanas e em alguns casos pode se prolongar por até três meses.

Diagnóstico

O diagnóstico é basicamente clínico. Em grande parte dos casos, exames laboratoriais podem ajudar a determinar a presença da bactériaBordetella pertussisem amostras da nasofaringe. Claudeane Nascimento destacou, ainda, que é importante vacinar as crianças.

A medida resulta na proteção do recém-nascido nos primeiros meses de vida, até que complete o esquema vacinal contra a coqueluche no Calendário Nacional de Vacinação com a Pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus Influenzae tipo b e hepatite B) aos dois, quatro e seis meses, e reforço da DTP aos 15 meses e aos quatro anos.

Tratamento

Pacientes com coqueluche devem permanecer em isolamento respiratório enquanto durar o período de transmissão da doença. O tratamento é feito com antibióticos e a recuperação costuma ocorrer em até seis semanas. No entanto, principalmente em crianças, a infecção pode evoluir para quadros graves e levar à morte. Em caso de suspeita, o paciente deve procurar o Hospital Escola Hélvio Auto, no bairro Trapiche, em Maceió, que é referência no atendimento às doenças infectocontagiosas.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas