Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Anticorpo anti-dengue também protege contra o vírus da zika, afirma pesquisa

Estudo publicado na 'Nature Immunology' mostrou que todos os camundongos que receberam anticorpo da dengue sobreviveram à infecção por zika três dias

Pesquisa feita em camundongos demonstrou que anticorpo que protege contra a dengue também é eficaz contra o vírus da zika nos primeiros estágios da infecção. O estudo foi publicado nesta segunda-feira (25) na "Nature Immunology".

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Liderado por pesquisadores do Imperial College of London, no Reino Unido, e Washington University, nos Estados Unidos, a pesquisa é consistente com o fato do vírus da zika e da dengue serem similares.

Leia também

Foi por isso também que cientistas levantaram a hipótese de que um anticorpo desenvolvido para combater uma das doenças também poderia ser usado para minimizar a outra.

O anticorpo utilizado, contudo, não foi qualquer um: as amostras de anticorpos viram de sangue do sudeste da Ásia. Pesquisa prévia do grupo já havia demonstrado que os anticorpos produzidos por essa população eram altamente eficientes contra a dengue.

Shorts Youtube
Play
Idosa é presa em flagrante por suspeita de tráfico de drogas

Idosa é presa em flagrante por suspeita de tráfico de drogas

Play
Turista é preso em Maceió após ser acusado de agredir e tentar jogar namorada pela janela de hotel

Turista é preso em Maceió após ser acusado de agredir e tentar jogar namorada pela janela de hotel

Play
Porto de Pedras conquista duas Bandeiras Azuis para praias da Laje e do Patacho

Porto de Pedras conquista duas Bandeiras Azuis para praias da Laje e do Patacho

Play
Vacina Pneumo 20 já está disponível para idosos com 85 anos ou mais no SUS

Vacina Pneumo 20 já está disponível para idosos com 85 anos ou mais no SUS

Play
Circuito Penedo abre inscrições para monitores da UFAL até 12 de outubro

Circuito Penedo abre inscrições para monitores da UFAL até 12 de outubro

Estudo mostrou resultado em cobaias grávidas

Para chegar aos resultados, cientistas infectaram camundongos adultos com o vírus da zika e depois administraram um dos anticorpos anti-dengue um, três ou cinco dias após a infecção. Para comparação, outro grupo de ratos foi infectado com o vírus, mas recebeu placebo.

Dentro de três semanas após a infecção por zika, mais de 80% dos camundongos não tratados haviam morrido, enquanto todas as cobaias que receberam o anticorpo anti-dengue permaneceram vivas três dias depois. Após cinco dias, 40% dessas cobaias morreram.

Em uma segunda etapa, cientistas testaram se o anticorpo também poderia proteger os fetos da infecção -- e, com isso, evitar as anomalias provocadas durante a gravidez.

Para isso, pesquisadores infectaram camundongos fêmeas no sexto dia de gravidez com o vírus da zika e depois administraram uma dose de anticorpo ou um placebo um ou três dias depois.

No 13º dia de gestação, a quantidade de material genético do zika encontrado foi 600.000 vezes menor nas placentas e 4.900 vezes menor nas cabeças fetais dos camundongos grávidas que foram tratados um dia após a infecção, em comparação com os ratos que receberam o placebo.

No entanto, a administração do anticorpo três dias após a infecção foi menos efetiva: reduziu em 19 vezes a quantidade de material genético encontrado nas cabeças dos fetos; e, em 23, nas placentas.

Como a descoberta pode ser usada clinicamente

Como o anticorpo foi mais eficaz nos primeiros dias após a infecção, cientistas acreditam que dificilmente a descoberta pode ser usada nessa maneira em gestantes mulheres, já que é difícil prever exatamente quando ocorreu os sintomas -- que se confundem com uma gripe.

Por isso, o mais eficaz seria administrar o anticorpo assim que a mulher descobrir a gestação, informam os cientistas. Depois, os níveis de anticorpo na gravidez poderiam ser acompanhados por exames de sangue. A ideia é garantir que a quantidade seja alta o suficiente para proteger mulheres e seus bebês contra a infecção.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas