VÍDEO: Sequestrador de ônibus é morto por atirador de elite na Ponte Rio-Niterói
Foram três horas e meia de cerco de sequestro na Ponte; Willian Augusto da Silva tinha uma arma de brinquedo e ameaçava incendiar o coletivo
*Atualizada às 20h54
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O sequestrador de um ônibus na Ponte Rio-Niterói foi baleado e morto por um atirador de elite do Batalhão de Operações Especiais (Bope) após mais de três horas de sequestro.
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O homem, identificado como Willian Augusto da Silva, de 20 anos, desceu do coletivo e jogou um casaco para os policiais. Quando ia subir a escada para reembarcar, foi baleado.
Os tiros causaram ferimentos no antebraço direito, na perna esquerda, no braço esquerdo e no tórax (duas vezes) de Willian Augusto da Silva, de 20 anos. Ainda não é possível dizer, segundo os peritos, quantos tiros atingiram o sequestrador, já que um mesmo disparo pode ter causado mais de um ferimento - ao penetrar o corpo e ao sair.


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Ao ser baleado, Willian foi levado para o Hospital Souza Aguiar. "O paciente chegou em parada cardiorrespiratória, e foi constatado o óbito pela equipe médica do hospital", diz nota da Secretaria Municipal de Saúde.
Todos os 39 reféns foram liberados sem ferimentos, segundo informações da Polícia Militar.
Veja, abaixo, o momento em que o sequestrador é baleado:
Resumo
A tragédia do ônibus 174
O assalto com reféns na Ponte faz relembrar o caso do ônibus 174.
Na tarde de 12 de junho de 2000, um assaltante e uma refém acabaram baleados e mortos, em caso exibido ao vivo na televisão, com grande repercussão no Brasil e no mundo.
Às 14h daquela segunda-feira, Sandro Barbosa do Nascimento tentou assaltar um ônibus da hoje extinta linha 174 no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio. Por mais de cinco horas, manteve os passageiros reféns.
Já era noite quando o assaltante, que dava sinais de muito nervosismo e violência, aceitou se render. Sandro saltou do ônibus com uma arma apontada para Geísa Firmo Gonçalves. Homens do Bope, à espreita, tentaram
Na saída, a ação de policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) terminou com a refém baleada e morta. O criminoso chegou a ser colocado no camburão, onde foi asfixiado por PMs e também morreu.
