Quem são os 3 presos por morte do ex-delegado Ruy Ferraz
Prisões são resultado de uma operação deflagrada pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP)

Três homens foram presos na manhã desta terça-feira (13/1) sob suspeita de participar no homicídio do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo e então secretário de Administração da Praia Grande, no litoral paulista, Ruy Ferraz Fontes. Um dos suspeitos segue foragido.
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As prisões são resultado de uma operação deflagrada pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior (Deinter) 6, de Santos, no litoral paulista.
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A ação busca cumprir 13 mandados de busca e apreensão em endereços de São Paulo, Jundiaí, Mongaguá, Praia Grande, Carapicuíba, Barueri e Mairinque, no interior paulista, além de cinco mandados de prisão temporárias expedidos na segunda fase da investigação da execução do ex-delegado-geral.
Veja quem são os presos


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Marcio Serapião de Oliveira, de 52 anos, vulgo Velhote ou MC: ele é apontado pela polícia como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) e é investigado por apoio estratégico e logístico, com indícios de envolvimento na guarda de veículos, uso de imóveis de apoio e ocultação de elementos relacionados ao crime. O suspeito foi capturado no bairro de Vila Isa, região de Interlagos, na zona sul de São Paulo. Tentou escapar, mas monitoramento por drone impediu a fuga. Com ele, foram apreendidos documentos diversos e dois telefones celulares.
Fernando Alberto Ribeiro Teixeira, de 48 anos, vulgo Azul ou Careca: também é apontado pela polícia como membro do PCC. A investigação aponta que ele foi um dos articuladores da ação, com indícios de participação no planejamento, na coordenação logística e na execução indireta da execução de Ruy. Foi capturado em Jundiaí, no interior paulista. Com ele, foram apreendidos dois celulares.
Manoel Alberto Ribeiro Teixeira, de 45 anos, vulgo Manezinho ou Manoelzinho: também é apontado pela polícia como membro do PCC. É investigado por ser o principal articulador logístico e operacional, incluindo auxílio na fuga, fornecimento de meios materiais e manutenção de vínculos operacionais entre os executores. Foi capturado no em Mongaguá, no litoral sul de São Paulo. Com ele, foi apreendida uma arma de fogo.
Segundo a Polícia Civil, as buscas por uma quinta pessoa prosseguem. A identidade do procurado não foi revelada pela corporação.
Um suspeito segue foragido
Pedro Luiz da Silva Moraes, de 54 anos, vulgo Chacal, escapou da operação e está foragido. Ele é apontado como membro da Sintonia Restrita do PCC – célula voltada à repressão armada contra agentes públicos.
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