PGR rescinde acordos de delação de Wesley Batista e Francisco de Assis, da JBS
Na prática, acordos estão suspensos; PGR viu descumprimento dos termos da colaboração
A Procuradoria Geral da República (PGR) informou nesta segunda-feira (26) ter rescindido os acordos de delação de Wesley Batista, um dos donos da J&F;, e de Francisco de Assis e Silva, ex-executivo do grupo.
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Na prática, os acordos estão suspensos, isso porque a rescisão definitiva ainda depende de decisão do ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso.
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Segundo a PGR, Wesley Batista e Francisco de Assis descumpriram termos do acordo de colaboração e "omitiram, de forma intencional, fatos criminosos dos quais eles já tinham conhecimento" quando fecharam o acordo com o MPF.
Em outras ocasiões em que rescindiu acordos de delação, a PGR informou que as provas entregues pelos delatores permanecem válidas.


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O irmão de Wesley, Joesley Batista, e Ricardo Saud, executivo do grupo J&F;, estão em situação semelhante.
Como a PGR entendeu que os dois omitiram informações nas delações, também rescindiu os acordos - Fachin ainda precisa tomar uma decisão sobre o caso.
