Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

PCC obrigava fazendeiros e donos de usinas a vender suas propriedades

Grupo obrigava fazendeiros, donos de usinas e de postos de gasolina a vender suas propriedades subfaturados. Eles eram ameaçados de morte caso desistissem do negócio ou fizessem denúncias


				PCC obrigava fazendeiros e donos de usinas a vender suas propriedades
Plantação de cana-de-açúcar. — Foto: Reprodução/TV TEM

Integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) se infiltraram em todo o setor de produção de cana-de-açúcar e atuaram com ameaças a empresários e fazendeiros no interior de São Paulo, aponta investigação do Ministério Público (MP) do estado.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Nesta quinta-feira (28), o MP realiza uma megaoperação com 1.400 agentes para cumprir mandados de busca, apreensão e prisão ligados a um esquema bilionário da facção criminosa no setor de combustíveis.

Leia também

Essa super investigação contou com denúncias levadas ao Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo (GAECO) de várias regiões do interior paulista.

Empresários, agricultores, colaboradores ligados ao agro e à cadeia produtiva do álcool fizeram chegar aos promotores uma série de situações suspeitas envolvendo a compra de usinas, de fazendas de cultivo de cana, de postos de combustíveis e até mesmo de transportadoras ligadas ao setor sucroalcooleiro.

Shorts Youtube
Play
Chico Filho confirma candidatura à reeleição para presidência da Câmara de Maceió

Chico Filho confirma candidatura à reeleição para presidência da Câmara de Maceió

Play
"Vamos para a rua", convoca Lula ao pedir mobilização contra "retrocesso" no país

"Vamos para a rua", convoca Lula ao pedir mobilização contra "retrocesso" no país

Play
Incêndio destrói borracharia durante a madrugada em Palmeira dos Índios

Incêndio destrói borracharia durante a madrugada em Palmeira dos Índios

Play
Alfredo Gaspar celebra arquivamento no STF: "A verdade e a justiça chegaram"

Alfredo Gaspar celebra arquivamento no STF: "A verdade e a justiça chegaram"

Play
Após derrota para JHC, Renan Filho reassume mandato e provoca críticos da escala 6x1

Após derrota para JHC, Renan Filho reassume mandato e provoca críticos da escala 6x1

Gente séria do ramo endereçou situações gravíssimas de que fazendeiros, donos de usinas e de postos estavam sendo coagidos a venderem suas propriedades para os grupos criminosos. Inclusive, havia até suspeitas de incêndios criminosos em canaviais, empresas e propriedades rurais como forma de intimidação.

Ainda de acordo com relatos que chegaram ao MP, os negócios eram geralmente fechados à vista em dinheiro vivo com valores subfaturados e ameaças de morte caso o "vendedor" desistisse ou abrisse o bico para denunciar a coação.

Vários empresários e comerciantes sérios ficaram extremamente preocupados, pois sentiram que o crime organizado, por meio do PCC e afiliados, estava, de fato, avançando com força sobre o setor — com a tática de dominação de territórios.

O aprofundamento das investigações do MP estadual resultou na necessidade de colaboração do Ministério Público Federal, da Receita Federal e da Polícia Federal.

Os crimes apurados envolviam, entre outros, a sonegação de centenas de milhões de reais em tributos federais, lavagem de dinheiro no sistema financeiro nacional além da adulteração de combustíveis por meio de importações fraudulentas de metanol.

Assim, inquéritos também foram abertos em âmbito federal e, em trabalho conjunto no estilo força tarefa, o resultado é a deflagração da operação desta quinta-feira.

A Justiça Federal concedeu para a PF as ordens de prisão de vários alvos e, à estadual, dezenas de mandados de busca e apreensão de suspeitos de terem participação nos esquemas criminosos envolvendo o PCC — desde o cultivo no campo até a venda de álcool para o consumidor final.


				PCC obrigava fazendeiros e donos de usinas a vender suas propriedades
Plantação de cana-de-açúcar. — Foto: Reprodução/TV TEM

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas