Nikolas apoia boicotes, condena fim de doações e fala em "crise espiritual"
"A gente não quer mais consumir ou fortalecer pessoas que não condizem com os nossos princípios", disse Nikolas nas redes sociais
O parlamentar argumentou que consumidores de direita têm o direito de deixar de frequentar estabelecimentos de empresários e artistas que, segundo ele, atacaram eleitores do campo da direita.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

“Agora a gente não quer mais consumir ou fortalecer pessoas que não condizem com os nossos princípios”, afirmou.
Leia também
Nikolas, no entanto, fez uma distinção entre boicotes comerciais e a suspensão de ações de caridade por motivos políticos. Segundo ele, deixar de ajudar pessoas necessitadas por causa do candidato em quem votaram é uma atitude errada e contrária aos princípios cristãos.
“Uma pessoa deixar de ser caridoso com alguém por conta de quem ela votou é errado, e não é uma atitude cristã”, declarou.


Governo de Alagoas define detalhes do início dos trabalhos da equipe de transição

O que JHC pediu oficialmente ao Governo de Alagoas para abrir a transição?

Relatos de perseguição política no trabalho repercutem na Assembleia Legislativa; Parte 2

Relatos de perseguição política no trabalho repercutem na Assembleia Legislativa; Parte 1
Apesar disso, o deputado criticou aqueles que cobram solidariedade diante dos boicotes, acusando-os de demonstrar uma “aparência de virtude” e de permanecerem em silêncio diante de supostas perseguições a cristãos e conservadores. “E a crise que vivemos é, na verdade, uma crise espiritual disfarçada de crise política. Simples assim”, concluiu.
Polêmica sobre doações
A manifestação ocorre após Nikolas ironizar a perda de doações do projeto Cozinheiros do Bem, que distribui refeições a pessoas em situação de rua em Porto Alegre (RS).
O responsável pela iniciativa, chef Julio Ritta, relatou que empresários e doadores suspenderam contribuições após a vitória de Lula. Ao comentar o caso nas redes sociais, Nikolas defendeu a liberdade de escolha dos doadores.
