"Não acredito que esse cara seja o Lula", diz Daciolo sobre condição física
Em entrevista, pré-candidato afirmou ter recebido "ordem divina" para revelar que o presidente teria sido substituído

O ex-deputado federal e pré-candidato à Presidência da República, Cabo Daciolo (Mobiliza) declarou não acreditar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja, de fato, quem ele deveria ser. A afirmação foi dada em entrevista para o podcast "Fala Glauber", em 1º de julho de 2026, mas tem repercutido nos últimos dias.
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Segundo Daciolo, que tenta o cargo de chefe do Executivo pela segunda vez, uma "ordem divina" o motivou a revelar a suposta verdade por trás da identidade do presidente.
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“Posso falar uma coisa polêmica para todos os ouvintes aqui? Vou falar agora, porque senti no coração. Estava tão em silêncio, esperando uma ordem divina para falar. Eu não acredito que esse camarada que está andando pelo Brasil todo falando que é o Lula seja o Lula."
Não satisfeito, o ex-deputado continuou a oferecer argumentos do porquê o presidente teria sido supostamente substituído. De acordo com ele, é difícil compreender como um idoso da idade de Lula (80 anos) “continua correndo igual uma gazela, igual uma criança”.


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O pré-candidato do Mobiliza encerrou a fala dizendo: “Eu não acredito que esse cara seja o Lula, simples assim”.
Pouco antes das declarações, Daciolo também disse não acreditar que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tenha sido vítima de uma facada durante a campanha eleitoral de 2018.
“Nunca acreditei nisso. Para mim aquilo foi um fato montado, tanto é que nunca investigaram aquilo ali até hoje", alegou.
No podcast, o ex-congressista reiterou que os ouvintes que entenderiam o que ele tantava dizer. Isso porque, segundo ele, todos os elementos considerados como "loucura" seriam confirmados no futuro.
“As coisas que eu falo parecem loucura para muitos. Em 2018, quando falei da Nova Ordem Mundial, de Illuminati, de maçonaria, de redução populacional, que ia vir enfermidade, disseram queera louco. Mas coisas aconteceram. E as pessoas passaram a me ouvir”, disse.
