MPRJ identifica casos de tiro à curta distância e decapitação entre mortos da megaoperação no Rio
Promotoria aponta lesões “atípicas” e pede análise minuciosa das câmeras corporais de policiais. Os 121 corpos foram periciados no IML, onde técnicos do MPRJ acompanharam os exames de necropsia.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) encontrou indícios de mortes com características “fora do padrão de confronto” entre os 121 corpos dos mortos durante a megaoperação policial nos complexos do Alemão e da Penha, no último dia 28 de outubro.
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Um relatório técnico obtido pela TV Globo revelou que os peritos identificaram ao menos dois casos atípicos, sendo um cadáver com marcas de tiro à curta distância e outro com sinais de decapitação.
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Segundo o documento, elaborado pela Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia (DEDIT/CI2) do MPRJ, as necropsias foram acompanhadas por técnicos do órgão no Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP) entre os dias 28 e 30 de outubro.
Confira a reportagem completa do g1 clicando aqui


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