Janja critica Flávio nas redes e chama eleitores: “2º turno é um novo jogo”
Entre outras críticas, a esposa do presidente Lula ainda diz que Flávio Bolsonaro pretende encerrar a discussão sobre o fim da escala 6 x 1
A primeira-dama Janja Lula da Silva intensificou as críticas ao candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, nas redes sociais. Em uma publicação feita nesta semana, ela volta a questionar e posicionamentos do senador e afirma que o segundo turno representa uma nova etapa da disputa eleitoral quem do outro lado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): “2º turno é um novo jogo”, escreveu Janja.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!


A manifestação ocorre após Flávio terminar o primeiro turno à frente do petista. Os dois disputam a Presidência no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Leia também
No vídeo, Janja ainda diz que Flávio pretende encerrar a discussão sobre o fim da escala 6 x 1. Segundo ela, o candidato defende uma jornada que poderia levar trabalhadores a atuar sete dias por semana.
“Sabe o fim da escala 6 X 1? Ele vai enterrar, acabar. Nós queremos que você descanse, que tenha tempo com a sua família. Ele quer que você trabalhe sete dias por semana”, afirmou a primeira-dama.


Cabo Bebeto promete independência na Assembleia: "Pauta ruim terá meu cofronto"

Após eleger segunda cadeira do PL, Cabo Bebeto quer levar direita às câmaras municipais

Cabo Bebeto anuncia giro por Alagoas para ampliar votação de Flávio Bolsonaro

Cabo Bebeto espera que JHC anuncie apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno
Janja também cita o Farmácia Popular e diz que o programa seria encerrado em um eventual governo de Flávio. O candidato, por sua vez, tem defendido uma agenda econômica distinta da apresentada por Lula, com redução de impostos e diminuição dos gastos públicos.
Críticas se ampliam
As críticas da primeira-dama não ficaram restritas à área trabalhista. Na mesma manifestação, Janja afirmou que uma eventual vitória de Flávio poderia representar retrocessos nos direitos das mulheres e associou o candidato a uma política de maior acesso a armas.
“Não podemos deixar o Brasil retroceder. Não podemos deixar os brasileiros e brasileiras perderem seus direitos básicos”, declarou.
Em outra publicação, feita anteriormente, Janja afirmou que votar em Flávio seria “permitir que mulheres sejam silenciadas” e também criticou o que classificou como incentivo à presença de armas entre crianças.
A primeira-dama ainda afirmou que, caso Flávio fosse eleito e o país enfrentasse uma nova pandemia, o Brasil poderia voltar a enfrentar uma situação semelhante à vivida durante a crise da Covid-19. Também disse que o crime organizado poderia ganhar espaço e acusou o candidato de representar um risco de retrocesso em direitos sociais.
As declarações fazem parte de uma ofensiva política de Janja na campanha do segundo turno. Desde o início da disputa, ela tem usado as redes sociais e eventos públicos para defender Lula e fazer críticas diretas a Flávio. Em setembro, por exemplo, chamou o senador de “Bozo filho” durante um comício em Belém e estabeleceu uma comparação entre as trajetórias políticas de Lula e da família Bolsonaro.
