Homem é preso por cobrar R$ 250 em pintura corporal para turista
Mãe e filho são de Santa Catarina e disseram que foram coagidos e agredidos pelos pintores

Um homem foi preso suspeito de extorsão depois de cobrar R$ 250 para turistas de Santa Catarina, no Largo do Farol da Barra, em Salvador, pelo serviço de pintura corporal. Mãe e filho, de 66 e 35 anos, contaram que foram coagidos a pagar o valor alto em dinheiro, sem que antes nenhum preço tivesse sido acordado.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A Polícia Militar foi acionada pelas vítimas e, através da equipe do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur), prenderam o suspeito na última sexta-feira (7).
Leia também
De acordo com o relato registrado pela Polícia Civil, os turistas estavam no local quando foram abordadas por dois homens que, de forma agressiva, seguraram seus braços e realizaram pinturas tribais sem consentimento.
Os PMs conseguiram deter um deles, que foi levado para a Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur), onde o caso foi registrado e segue sendo investigado para identificar todos os suspeitos.


Acidente na BR-316 deixa vítimas presas às ferragens em Palmeira dos Índios

Mulher com 14 passagens pela polícia é presa por tráfico em Maceió

Doação de órgãos transforma despedida em esperança

Há um ano sem remédio, Enzo luta contra doença rara
Esse tipo de pintura corporal é característica da banda Timbalada e associada a uma antiga tradição da banda, que desenha símbolos tribais brancos no corpo durante os shows. O grupo se apresentou na Barra nessa sexta. Mesmo quando não há shows na cidade, turistas costumam pintar o corpo quando visitam a capital baiana.
Algumas abordagens costumam ser amistosas, mas outras reclamações já foram feitas sobre altas quantias por um trabalho que é oferecido de forma “supostamente gratuita”.
A prefeitura, através da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), afirma que não existe uma tabela de preços estipulada para esses trabalhadores informais, mas deve haver um bom senso entres as duas partes.
