Homem é condenado a 44 anos de prisão por torturar e matar enteado autista
O padrasto foi denunciado pela prática do crime de homicídio qualificado por "motivo torpe" contra o enteado, de 4 anos

O padrasto do menino Moisés Falk, de 4 anos, foi condenado, nessa quinta-feira (3/9), a 44 anos de prisão em regime fechado por homicídio e tortura. A criança sofreu agressões na casa onde morava com a mãe e o acusado, em Florianópolis (SC).
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Moisés morreu em 17 de agosto de 2025. Segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), ele foi atingido por diversos golpes e morreu em decorrência das agressões.
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A criança foi levada ao hospital, mas chegou ao local sem vida.
“O homicídio foi cometido por motivo torpe, uma vez que o padrasto teria decidido matar a criança por se sentir incomodado com os gritos e demais comportamentos do menino, além de acreditar que ele prejudicava o relacionamento do casal”, explicou o MPSC.


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O menino era uma criança com transtorno do espectro autista (TEA), condição que “afetava o seu desenvolvimento social e sua comunicação verbal, aumentando significativamente sua vulnerabilidade”.
A mãe da criança também foi denunciada pelo Ministério Público, mas o pedido foi rejeitado pela Justiça. O caso aguarda o julgamento do recurso feito pela defesa.
