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Governo prevê até R$ 200 milhões para recuperar infraestrutura turística

Hotéis, pousadas, restaurantes e organizadoras de eventos sofrem consequências econômicas de enchentes


				
					Governo prevê até R$ 200 milhões para recuperar infraestrutura turística
Portaria garantiu R$ 100 milhões do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) para operações exclusivamente no Rio Grande do Sul. Camila Diesel/Sedac/Governo do estado do Rio Grande do Sul/Divulgação

O governo federal avalia dobrar a oferta de recursos disponíveis para capital de giro e recuperação da indústria do turismo no Rio Grande do Sul, totalizando uma oferta de R$ 200 milhões.

O setor foi duramente atingido pelas enchentes no estado. Centenas de hotéis, pousadas, restaurantes, casas de espetáculos, transportadoras e organizadoras de eventos estão sofrendo também as consequências econômicas da tragédia.

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O faturamento em maio deverá ficar perto de zero e houve comprometimento de boa parte da infraestrutura dos estabelecimentos.

Na semana passada, uma portaria garantiu R$ 100 milhões do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) para operações exclusivamente no Rio Grande do Sul. Agora, já se fala em duplicar esse valor.

“Eu já assumi um compromisso com o setor de que, tão logo esses recursos sejam usados, haverá mais R$ 100 milhões para as empresas do setor no estado”, disse à CNN o ministro do Turismo, Celso Sabino.

O Fungetur prevê até cinco anos de carência e tem taxas de juros que hoje vão de 6% a 8% ao ano — tornando-se uma das linhas mais atrativas para a indústria do turismo.

Uma das medidas adotadas pelo ministério foi a suspensão, por até seis meses, do pagamento pelo crédito tomado — no caso dos gaúchos.

Para a realização de obras, o texto amplia de 240 para 246 meses o prazo de amortização, além de elevar de 60 para 66 meses o prazo de carência. Já para a compra de equipamentos, a amortização foi aumentada de 120 para 126 meses, e a carência de 48 para 54 meses.

O financiamento de capital de giro, por sua vez, teve o prazo de pagamento igualmente dilatado de 120 para 126 meses, com prazo de carência expandido de 24 para 30 meses.

“[Também] estamos discutindo internamente, com técnicos do governo, a possibilidade de adotar algumas medidas similares às que o Congresso brasileiro aprovou na época da pandemia de covid-19”, acrescentou Sabino.

Sem entrar em detalhes sobre essas novas medidas, o ministro lembrou que, naquele período, consumidores ficaram livres de multas para remarcação de passagens aéreas, diárias de hotéis e ingressos para eventos.

Ao mesmo tempo, Sabino afirmou que o ministério vai promover campanhas com um apelo: “Não desmarque, reagende sua visita ao Rio Grande do Sul”.

“Esperamos, assim, que a indústria do turismo seja uma das primeiras atividades econômicas retomadas no estado assim que as condições climáticas permitirem.”

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