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Filha de Fernandinho Beira-Mar assume vaga de vereadora em cidade do RJ

Fernanda Costa recebeu 3.999 votos e foi a oitava vereadora mais votada do MDB em Duque de Caxias

A dentista Fernanda Costa (MDB-RJ), filha do traficante Fernandinho Beira-Mar, assumiu uma cadeira de vereadora em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ela é a primeira suplente do partido e ocupará o posto após o prefeito Washington Reis, também do MDB, ter nomeado um dos membros da bancada como secretário.

Fernanda Costa, de 32 anos, recebeu 3.999 votos e foi a oitava vereadora mais votada do MDB no município - que tem 855 mil habitantes, segundo estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e é terceiro maior colégio eleitoral do Rio de Janeiro.

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Ela assumirá o mandato na vaga de Sandro Lelis, ex-presidente da Câmara Municipal da cidade, que irá comandar a Secretaria Municipal de Serviços Públicos. A informação foi confirmada em nota pela Prefeitura de Duque de Caxias. A posse ocorreu nesta tarde.

"A Prefeitura de Duque de Caxias informa que o vereador eleito Sandro Lelis, ex-presidente da Câmara Municipal da cidade, foi nomeado secretário municipal de Serviços Públicos. Sua cadeira na Câmara passará a ser ocupada pela dra. Fernanda Costa, cirurgiã dentista, candidata eleita que toma posse no plenário da Casa nesta segunda-feira (04/01), às 15h", afirma o texto.

Fernanda disputou em 2020 sua segunda eleição - ela já havia tentado se eleger vereadora na cidade em 2016, pelo PP, mas não conseguiu uma vaga na Câmara.

Fernandinho Beira-Mar é um dos maiores traficantes de drogas do país, e é considerado um dos principais líderes do CV (Comando Vermelho), maior facção de tráfico do Rio. Ele é oriundo da favela Beira-Mar, em Duque de Caxias, da qual herdou o nome, e expandiu seus negócios para outras comunidades do estado e até mesmo para rotas internacionais de tráfico de drogas.

Foragido da Justiça brasileira desde 1997, quando fugiu da prisão, o traficante foi capturado em 2001 na Colômbia, pelo Exército do país. Sua transferência para o Brasil se tornou um grande fato político: o então governador Anthony Garotinho e a Polícia Federal travaram uma disputa para definir quem faria a transferência do chefe do tráfico. Garotinho chegou a enviar o secretário de Segurança do Rio, Josias Quintal, à Colômbia, mas Beira-Mar acabou conduzido pela PF em um avião da FAB (Força-Aérea Brasileira). Ele foi levado para Brasília.

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