Exame médico aponta que agressor de Bolsonaro sofre de transtorno grave
Psiquiatra particular examinou o agressor do candidato à presidência em setembro no presídio em Campo Grande
A defesa de Adélio Bispo de Oliveira protocolou no início da tarde desta segunda-feira (1º) na 3ª Vara Federal de Juiz de Fora (MG) o resultado do exame particular para solicitar um novo pedido de avaliação de sanidade mental.
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O parecer psiquiátrico pedido pelos advogados apontou que o agressor do candidato à presidência, Jair Bolsonaro (PSL), sofre de transtorno delirante grave. Adélio Bispo está preso por esfaquear Bolsonaro durante ato de campanha na cidade no dia 6 de setembro.
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De acordo com o advogado Marco Alfredo Mejia, a solicitação é de que o pedido negado anteriormente seja reavaliado, tendo em vista que no documento protocolado há um laudo médico.
"Nós entregamos o resultado do laudo que foi feito para requerer novamente junto à Justiça o exame da sanidade do réu. Vamos fazer uma retomada, agora fundamentados com um parecer técnico e demais documentos, que vai ter uma estrutura com mais embasamento do que o que estava antes", explicou.


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Em nota enviada pela assessoria ao G1, a 3ª Vara Federal de Juiz de Fora informou que o processo de insanidade mental passou a tramitar em segredo de justiça. Portanto, que não poderia fornecer informação sobre o assunto e que caberia à defesa decidir se daria informações para a imprensa.
Segundo advogado criminalista autor da petição, o processo segue em sigilo e a defesa não vai passar resultado à imprensa. Os advogado esperam análise ainda esta semana e querem que seja feito um laudo nomeado pela Justiça Federal.
Ao todo, 17 advogados atuam na defesa de Adélio. Eles são de Minas Gerais, Pará, Distrito Federal e Rio Grande do Sul.
