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Empresária que atacou casal gay em padaria de SP vira ré

Denúncia contra a empresária Jaqueline Santos Ludovico e a amiga dela Laura Athanassakis Jordão foi aceita pela Justiça


				
					Empresária que atacou casal gay em padaria de SP vira ré
Decisão da 31ª Vara Criminal de São Paulo tem como base o inquérito produzido pela Polícia Civil de São Paulo (PCSP). Material cedido ao Metrópoles

A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público (MPSP) contra a empresária Jaqueline Santos Ludovico e a amiga dela Laura Athanassakis Jordão, após um caso de injúria e homofobia em uma padaria no bairro Santa Cecília, no centro de São Paulo.

Agora rés do processo criminal pelos crimes de injúria racial, lesões corporais e ameaças e vias de fato, a empresária paulista e a amiga podem ser condenadas a até 12 anos de prisão.

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A decisão da 31ª Vara Criminal de São Paulo tem como base o inquérito produzido pela Polícia Civil de São Paulo (PCSP) que já havia indiciado Jaqueline por lesão corporal e injúria racial, após ela ser flagrada ao atacar um casal gay no estabelecimento comercial.

Relembre o caso

O episódio de homofobia ocorreu na madrugada de 3 de fevereiro, na Padaria Iracema, na Avenida Angélica. As vítimas foram o assessor de imprensa Rafael Gonzaga, 32 anos, e o engenheiro civil Adrian Grasson, 32, que registraram ocorrência na Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Raciais e de Delitos de Intolerância (Decradi).

Vídeos gravados por Adrian mostram quando Jaqueline, visivelmente alterada, parte para cima do casal com empurrões.

O assessor de imprensa se feriu e teve um sangramento no nariz. A empresária também empurra outras pessoas durante a briga e tenta chutar um homem que comia no balcão, depois de ele afastá-la com a mão enquanto ocorria a confusão.

Além das agressões físicas, Jaqueline proferiu falas homofóbicas contra o casal. “Só que eles acham que são veados e podem fazer o que querem até onde a gente está… De boa. E está achando que pode fazer o que quer porque dá o c*. E os valores estão sendo invertidos, tá? Tá bom? Eu sou de família tradicional, tenho educação, diferente dessa porra aí”, atacou.

A coluna não localizou as defesas de Jaqueline e de Laura. O espaço segue aberto.

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