Condomínio ilegal é demolido em área de mata de Copacabana
Operação começou pela manhã, com cerco à Ladeira dos Tabajaras
A prefeitura do Rio começou, nesta quarta-feira (12), a demolição de um condomínio irregular que estava sendo construído em uma área de preservação ambiental na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A Prefeitura disse que já sabia da construção há mais de dois meses e o secretário de habitação, Sebastião Bruno, avaliou a ação como rápida. A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente diz que só foi notificada pelo município na semana passada.
Leia também
Uma operação policial no início da manhã cercou os acessos à comunidade. Às 7h30, equipes da Prefeitura chegaram ao local com as máquinas de demolição.
Em estágio avançado, a obra já avançava em parte da Mata Atlântica e destruía uma área de proteção ambiental. A construção não tinha licença da Prefeitura e, segundo a TV Globo, os responsáveis pagaram uma "taxa" ao tráfico de drogas para erguer o prédio.


Arthur reforça apoio a JHC e diz que candidatura começou a ser construída em 2022

JHC provoca adversários e diz que eles sonhavam em não ter concorrentes

Renan Filho ironiza adversário citando ‘bíceps na IA’ e dancinha no Tiktok

Renan Filho pede comparação e nega projeto pessoal de poder no revide a JHC
Não há informação de quantos compradores gastaram os R$ 170 mil cobrados por cada apartamento. Cada unidade teria 67 metros quadrados, com vista para bairros como Copacabana, Urca e Flamengo.
A entrega era prevista para abril de 2020 e prometia um condomínio com:
- piscina com borda infinita;
- sauna;
- área para crianças;
- academia.
'Falta de fiscalização', diz especialista
O arquiteto Pedro da Luz Moreira, especialista da Universidade Federal Fluminense (UFF), viu as imagens do Globocop. Além da falta de autorização, o prédio tem mais uma irregularidade: está acima do gabarito.
"(O condomínio) Vai ter um impacto muito grande na paisagem geral da cidade e, certamente, não é um empreendimento aprovado. Isso denota toda essa falta de fiscalização e falta de acompanhamento e de poder público nessas comunidades", diz o arquiteto.
