Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

“Cadê o CRM?”: web se divide sobre deboche de alunas de medicina

Na web, usuários se dividem entre o questionamento do teor dos comentários e o repúdio a eles


				“Cadê o CRM?”: web se divide sobre deboche de alunas de medicina
Postagem foi feita em 17 de fevereiro e teve mais de 200 mil visualizações. Reprodução/TikTok/Arquivo Pessoal

São Paulo — O caso de duas estudantes de medicina que publicaram vídeo no Tiktok, tirado do ar nessa terça-feira (8/4), em que expõem e debocham da paciente Vitória Chaves da Silva nove dias antes dela morrer de insuficiência renal no Incor do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP de São Paulo, divide a opinião dos internautas na web.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Os comentários nas redes sociais mostram dois opostos: de um lado, muitos questionam o teor da fala das estudantes. Para esses, não há zombaria ou deboche mas sim surpresa e questionamento sobre o caso, que foi estudado em aula do curso de extensão oferecido pelo Hospital das Clínicas.

Leia também

Por outro lado, usuários repudiam o tom usado pela alunas para abordar o caso de Vitória. “Cadê o CRM? Só quem já teve parente sofrendo nas mãos de profissionais da saúde sabe a dor que é”, comenta um perfil no Instagram. Muitos ressaltam a frase utilizada por uma das jovens — “subir lá em cima”.

“Esse é o nível dos profissionais da saúde no nosso país”, comenta outro usuário sobre a frase

Shorts Youtube
Play
Pré-candidato ao governo de AL, Renan Filho defende alianças: 'não se faz política só'

Pré-candidato ao governo de AL, Renan Filho defende alianças: 'não se faz política só'

Play
Servidores cobram da PF apuração sobre perdas de recurso do Iprev Maceió

Servidores cobram da PF apuração sobre perdas de recurso do Iprev Maceió

Play
Governo inaugura ponte na zona rural de São José da Tapera

Governo inaugura ponte na zona rural de São José da Tapera

Play
Renan Filho volta a defender projeto coletivo e união de forças para futura chapa

Renan Filho volta a defender projeto coletivo e união de forças para futura chapa

Play
Em discurso, senador Renan critica gestão anterior à do filho no governo de Alagoas

Em discurso, senador Renan critica gestão anterior à do filho no governo de Alagoas

A família da jovem exposta registrou um boletim de ocorrência e acionou o Ministério Público de São Paulo (MPSP), além do próprio Incor, que, em nota encaminhada à reportagem nessa terça-feira (8/4), afirmou não divulgar dados de pacientes e repudiar “veementemente” atitudes que violem os princípios da ética e confidencialidade.

Já a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) disse que as alunas não possuem qualquer vínculo acadêmico com a instituição ou com o Incor, já que estavam no hospital em função de um curso de extensão de curta duração. “Assim que foi tomado conhecimento do fato, as universidades de origem das estudantes foram notificadas para que possam tomar as providências cabíveis”.

Vitória morreu nove dias após a publicação do vídeo, devido ao choque séptico e insuficiência renal crônica. A morte ocorreu um ano após o terceiro transplante de coração e dois anos depois de um transplante de rim.

Veja a matéria completa em Metrópoles

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas