Astronautas usam plástico brasileiro feito de cana em estação espacial
Iniciativa é parceria entre a Braskem e uma fornecedora da Nasa. Plástico é usado para produzir ferramentas por meio de impressão 3D
Os astronautas que estão na Estação Espacial Internacional começaram a usar plástico brasileiro feito de cana-de-açúcar, para criar ferramentas no espaço. A matéria-prima chegou ao espaço por meio de uma parceria entre a Braskem, produtora de plásticos, e a Made in Space, uma empresa americana que é fornecedora da Nasa.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Os astronautas usam o plástico para construir peças diversas a partir de uma impressora 3D que opera em gravidade zero. Por meio dessa tecnologia, a equipe de estação espacial pode receber um e-mail com o design digital das peças e imprimi-las no espaço.
Leia também
Há mais de um ano, a Braskem e a Made in Space desenvolvem a tecnologia para uso no espaço. O primeiro lote de plásticos foi enviado à estação espacial em março em um foguete que partiu da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, nos Estados Unidos. A primeira peça com o material foi produzida em setembro - um conector de tubos para irrigação de vegetais.
Plástico verde


Doação de sangue em Maceió

Acidente em Marechal Deodoro gera engavetamento

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em AL e no RJ
O chamado "plástico verde" é feito a partir de um subproduto do etanol, combustível feito de cana de açúcar. O produto é exclusivo da Braskem e começou a ser fabricado em escala industrial em 2010 na unidade de Triunfo, no Rio Grande do Sul.
A intenção da Braskem é usar a experiência no espaço para buscar novas aplicações para o seu produto, focadas especialmente na tecnologia de impressão 3D. "A tecnologia tem o potencial de impactar a cadeia do plástico, por meio da viabilização de novas aplicações e da personalização em massa feita com uma matéria-prima de fonte renovável", afirma Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da empresa.
