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Zinho atualiza estado de saúde de Parreira: "Estável, mas não das melhores"

Ex-jogador afirmou que recebeu informações da família e disse que o treinador está estável


				Zinho atualiza estado de saúde de Parreira: "Estável, mas não das melhores"
FÁBIO MOTTA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Código imagem:166184.

O ex-jogador e comentarista Zinho comentou nesta terça-feira (17) o estado de saúde de Carlos Alberto Parreira, que está internado no Hospital Samaritano, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

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Durante a coletiva de imprensa do lateral Danilo, da Seleção Brasileira, na Copa do Mundo de 2026, Zinho afirmou que conversou com Vanessa Parreira, filha do treinador campeão mundial com o Brasil em 1994.

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Segundo Zinho, Parreira está em condição estável, mas o cenário ainda exige atenção. "Estável, mas não é das melhores", afirmou na ocasião.

A internação de Parreira foi confirmada nesta terça-feira. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o motivo da hospitalização nem boletim médico atualizado sobre o estado de saúde do ex-treinador.

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Aos 83 anos, Parreira é um dos nomes mais vitoriosos da história do futebol brasileiro. Ele comandou a Seleção Brasileira na conquista do tetracampeonato mundial, na Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, e também participou de outras edições do torneio ao longo da carreira.

O ex-técnico está sob cuidados médicos no Hospital Samaritano, localizado na Barra da Tijuca, na zona oeste da capital fluminense. Até a publicação desta reportagem, a família não havia divulgado novas informações sobre sua recuperação.

Linfoma de Hodgkin

Em 2024, Parreira chegou a ser diagnosticado com um quadro de linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que começa no sistema linfático, um conjunto composto por órgaõs e tecidos que produzem as células responsáveis pela imunidade e vazos que conduzem células por meio do corpo.

A característica da doença é se espalhar ordenadamente, de um grupo de linfonodos para outro. A expansão ocorre por meio dos vasos linfáticos. A doença surge quando um linfócito (célula de defesa do corpo), geralmente do tipo B, se transforma em uma célula maligna, que é capaz de se multiplicar e disseminar.

Assim, a célula maligna passa a produzir, nos linfonodos, cópias idêniticas, que também podem ser chamadas de clones. Essas células podem também ir para outros tecidos próximos com o passar do tempo, e se não tratadas, atingir outras regiões do corpo.

Homens costumam ter maior propensão à doença do que mulheres. E ela costuma se originar com maior frequência na região do pescoço e na região do tórax.

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