Como Japão foi 'boa aula' ao Brasil e mexeu até com lista de Ancelotti para a Copa
Seleção brasileira foi derrotada de virada para o Japão em amistoso na temporada passada

Para manter vivo o sonho de conquistar o hexa, o Brasil vai enfrentar um adversário que serviu como "boa aula" ao time de Carlo Ancelotti há menos de um ano e, indiretamente, mexeu até com a lista de convocados para a Copa do Mundo.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

O Japão será oponente da Seleção na próxima segunda-feira (29), no NRG Stadium, em Houston, a partir de 14h (de Brasília). Será o reencontro com uma equipe que não sabia o que era vencer o Brasil até 14 de outubro de 2025.
Leia também
Naquele dia, em Tóquio, o time brasileiro saiu na frente com 2 a 0, gols de Paulo Henrique (lateral do Vasco) e Martinelli (atacante do Arsenal). Tudo caminhava para uma vitória sem sustos no segundo tempo quando, no espaço de 19 minutos, o Japão marcou três vezes e virou o duelo.
O gol que abriu caminho para a virada saiu após falha de Fabrício Bruno, zagueiro do Cruzeiro que, ao errar passe bobo na entrada da área, deu presente para Takumi Minamino. Depois, Keito Nakamura e Ayase Ueda (este em lance "defensável" de Hugo Souza) decidiram a vitória nipônica.


Servidores cobram da PF apuração sobre perdas de recurso do Iprev Maceió

Governo inaugura ponte na zona rural de São José da Tapera

Renan Filho volta a defender projeto coletivo e união de forças para futura chapa

Em discurso, senador Renan critica gestão anterior à do filho no governo de Alagoas
"Não está tudo bem, não. Quando a equipe perde, estamos incomodados, isso é normal. Até o erro do Fabrício, o jogo estava bem controlado", admitiu Ancelotti, na entrevista logo após a partida. "Depois, tenho muito claro o que passou: a equipe caiu mentalmente depois do primeiro erro. Isso foi o maior erro. Afetou demais".
Coincidência ou não, quem ficou marcado por aquela partida em Tóquio perdeu espaço na briga pela Copa do Mundo. Fabrício Bruno chegou a entrar nos amistosos contra Senegal e Tunísia, em novembro, mas viu Bremer, Léo Pereira e até Ibañez o ultrapassarem na convocação final. Hugo também acabou pelo caminho, em uma disputa que envolveu Bento e acabou com vitória de Weverton.
"Os erros individuais não afetam na presença de um jogador na equipe. O que temos que avaliar é a reação da equipe depois do primeiro erro, que não foi boa porque perdemos um pouco do equilíbrio no campo. É uma boa aula para o futuro", comentou Ancelotti, ainda em Tóquio.
"É um processo, e na Copa do Mundo temos que ter equilíbrio".
A chance de provar que a lição foi aprendida é agora. Criticado pela estreia contra Marrocos, o Brasil chega para a fase 16 avos no melhor momento dentro do torneio, embalado pelas vitórias por 3 a 0 sobre Haiti e Escócia. O Japão, por outro lado, defende uma invencibilidade que só cresce desde setembro.
