A aprovação da nova legislação da Arsal provocou uma disputa política em Alagoas. A ampliação dos mandatos dos dirigentes de dois para cinco anos foi criticada pelo grupo do governador eleito JHC, enquanto cresce a expectativa de indicação do conselheiro Otávio Lessa para a presidência da agência.
Mas, independentemente de ter sido motivada ou não por uma articulação política, a mudança representa um avanço institucional. A Arsal passa a contar com regras de mandato semelhantes às das agências reguladoras federais, com maior proteção à autonomia de seus dirigentes.
A senadora Dra. Eudócia questionou as possíveis motivações políticas da medida. Especialistas ouvidos pelo blog, por outro lado, sustentam que a nova legislação é constitucional.
No comentário de hoje, Edivaldo Júnior analisa o futuro da Arsal, a possível chegada de Otávio Lessa à presidência e a relação que a agência poderá estabelecer com o governo JHC.
A questão agora não é apenas quem vai dirigir a Arsal, mas como a agência utilizará a autonomia que a nova legislação lhe assegura.
Assista ao vídeo.
