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Ministra do STF Cármen Lúcia alertou que só um poder frágil não tolera crítica


				Ministra do STF Cármen Lúcia alertou que só um poder frágil não tolera crítica

Ministra do STF, Cármen Lúcia. (Foto: Antonio Augusto/STF).

Em meio à perplexidade com a represália do ministro do STF Gilmar Mendes ao post do ex-governador mineiro Romeu Zema satirizando o envolvimento de ministros da Corte no escândalo do Banco Master, vale a pena lembrar a frase lapidar da ministra Cármen Lúcia, no contexto de ação da Abert, associação de emissoras, contra tentativas de censura a sátiras e críticas políticas na campanha eleitoral de 2018. “Poder que não tolera crítica humorística é um poder frágil”, sentenciou a magistrada.

Não tinha morrido?

Dois anos antes, em 2016, outra frase da ministra se tornara icônica: “O ‘cala a boca’ já morreu, quem manda na minha boca sou eu”.

Juíza de visão

O alerta da ministra se materializaria depois no poder supremo que, em sua vulnerabilidade, não suporta o contraditório, a crítica ou a sátira.

Contraste é inescapável

Mas Cármen Lúcia tem avalizado medidas que flertam ou apoiam restrições à liberdade dos brasileiros, sobretudo nas redes sociais.

Liberdade de ideias faz mal?

Em 2025, ela ajudou a desfigurar o Marco Civil da Internet para “impedir que 213 milhões de pequenos tiranos sejam soberanos na internet”.


				Ministra do STF Cármen Lúcia alertou que só um poder frágil não tolera crítica
Prefeito João Vitor Xavier (Foto: Redes Sociais)

Sangue de policial morto por prefeito tinha cocaína

A coluna teve acesso ao laudo do exame toxicológico do policial militar morto a tiros pelo prefeito de Igarapé Grande (MA), a 300 km de São Luís, João Vitor Xavier (PDT), após discussão em uma vaquejada, em julho de 2025. O laudo, já no Tribunal de Justiça do Maranhão, é assinado pelo perito oficial José Ubirajara de Carvalho Sobrinho, e detectou álcool, morfina (potente analgésico opioide), cocaína e seus metabólitos Cocaetileno, Benzoilecgonina e Ecgonina Metil Ester.

Drogas e álcool

A conclusão do documento só saiu este mês. A quantidade de álcool foi de 15,89dg/L, algo aproximadamente entre 10 e 12 latas de cerveja.

Foi e voltou

O prefeito chegou a ser preso após se entregar, se afastou do cargo após pedido de licença médica, mas reassumiu o posto em dezembro.

Besteira fatal

A confusão teria começado após o policial pedir para prefeito abaixar os faróis do carro. Xavier teria sacado uma arma e disparado contra o PM.

Pedir benção

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), deve se reunir com Lula antes de definir quem vai relatar a PEC da escala 6x1. A expectativa é que o encontro entre os dois seja na segunda-feira (27).

Ruim, mas melhor

Boletim médico mais recente de Jair Bolsonaro registra melhora na crise de soluço do ex-presidente, com média de um episódio semanal. O problema agora é o ombro, que aguarda decisão do STF para cirurgia.

Bolo e guaraná

O ex-presidente José Sarney celebrou a chegada da nova idade, 96 anos, ao lado de familiares, nessa sexta-feira (24). Sarney agradeceu pelo carinho e diz que o “bolo do Flamengo” completou a alegria.

Nada a ver?

A resolução do Banco Central que proíbe sites de apostas em eventos políticos, sociais etc., derrubou no Brasil todos os sites de previsões como Polymarket e Kalshi, que previam corrida eleitoral apertada entre Lula (PT) e o principal concorrente de oposição Flávio Bolsonaro (PL).

Calúnia, não

O advogado João Paulo Rocha lembrou o caso do ex-senador Éder Mauro, condenado por difamação contra o ex-deputado Jean Wyllys por publicar, em 2020, “vídeo descontextualizado” sobre o ex-BBB.

Muito estranho

O sumiço e morte de onze cientistas americanos ligados a projetos de segurança nacional (até nucleares) nos últimos meses fez a Câmara de dos EUA criar comissão para investigar os casos. Ainda não há indícios.

Até passado é incerto

Aparentemente sem assuntos atuais para atacar, a Procuradoria-Geral da República resolveu abrir investigações contra cinco grandes empresas por “colaboração com o regime militar” entre 1964 e 1985.

Prazos

O pedido de vistas do ministro André Mendonça na ação contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro por “difamação” contra Tabata do Amaral pode durar até 90 dias, segundo o regimento interno do STF.

Pensando bem...

...o governo tem problemas com relator e delator.

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