Rubio diz que EUA não vão administrar a Venezuela e manterão pressão sobre o petróleo
Secretário de Estado adota tom mais cauteloso e afirma que Washington limitará sua atuação no país

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou neste domingo (4) que Washington não pretende exercer um papel direto na administração cotidiana da Venezuela e que a atuação americana se restringirá à manutenção da chamada “quarentena do petróleo” imposta ao país.
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A declaração sinaliza um tom mais moderado em relação ao discurso adotado pelo presidente Donald Trump, que, no dia anterior, havia afirmado que os Estados Unidos passariam a “administrar” a Venezuela após a captura do então líder Nicolás Maduro.
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Em entrevista ao programa Face the Nation, da CBS, Rubio explicou que a política americana seguirá baseada em medidas de pressão já em vigor, como a restrição a navios-tanque sancionados — aplicada antes mesmo da retirada de Maduro do poder, ocorrida na madrugada de sábado (3).
De acordo com o secretário de Estado, a quarentena do petróleo será utilizada como instrumento para induzir mudanças na condução política do país. “É a esse tipo de controle que o presidente se refere quando faz esse tipo de afirmação”, disse Rubio, ao tentar esclarecer as declarações de Trump.


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