Poste de alta tensão ameaça cair e preocupa comunidade na entrada da Ufal
Estrutura fica na Av. Lourival Melo Mota, em uma área de grande circulação, próxima a uma escola e ao HU.
Um poste de alta tensão inclinado tem preocupado moradores, estudantes e pessoas que circulam pela Avenida Lourival Melo Mota, na entrada principal da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), no bairro Cidade Universitária, em Maceió. A estrutura apresenta sinais de instabilidade e fica em uma área de intenso movimento de pedestres e veículos.
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A situação foi denunciada à reportagem por um morador da região, que demonstrou preocupação com os riscos em caso de queda do poste. Segundo ele, a proximidade com uma escola de ensino fundamental, o Hospital Universitário e um ponto de ônibus aumenta a apreensão da comunidade.
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Durante a visita da reportagem ao local, foi possível observar que a base do poste recebeu uma camada de concreto, aparentemente em uma tentativa de reforçar a estrutura. Apesar disso, a coluna permanece inclinada.
Outro ponto que chama a atenção é a quantidade de fios presos ao poste. Parte da fiação passa próxima a uma árvore, e alguns cabos que não seriam de energia elétrica já foram encontrados caídos.


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O morador também relatou preocupação com a possibilidade de a estrutura ceder ainda mais, principalmente durante períodos de ventos fortes. Segundo ele, ônibus que fazem a curva nas proximidades passam perto do poste, o que aumenta o temor de um acidente.
“Temos aqui uma escola, o Hospital Universitário e um movimento muito grande”, relatou o morador durante a reportagem. Ele também pediu que os órgãos responsáveis adotem providências antes que a situação provoque um acidente.
Equatorial fará vistoria
Procurada pela reportagem, a Equatorial Alagoas informou, por meio de nota, que vai enviar uma equipe técnica ao local para realizar uma vistoria minuciosa na estrutura.
Ainda segundo a empresa, após a avaliação serão programados os reparos considerados necessários.
Enquanto a inspeção não é realizada, a situação segue preocupando quem passa diariamente pela entrada da Ufal. A comunidade cobra uma solução para evitar que a estrutura represente risco a pedestres, estudantes, passageiros e motoristas que circulam pela região.
