Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Alagoano relata experiência em montanha onde brasileira morreu: 'Circuito difícil'

Brasileira caiu e ficou em área de vulcão por quatro dias, até que foi encontrada sem vida na Indonésia


				Alagoano relata experiência em montanha onde brasileira morreu: 'Circuito difícil'
Alagoano relatou experiência em montanha onde brasileira morreu. Cortesia à Gazetaweb

Foi em fevereiro de 2002, que o alagoano Sacha Passos viveu uma das maiores experiências que marcou a sua vida: a escala no Ring Around Lombok, mais conhecida como a Ilha de Lombok, na Indonésia. Junto com outros turistas, ele seguiu uma trilha ao redor do vulcão ativo no Monte Rinjani.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Foi nesse mesmo local que a brasileira Juliana Marins, de apenas 24 anos, caiu no vulcão e ficou por quatro dias à espera de um resgate. Ela não resistiu e foi encontrada sem vida nessa terça-feira (24).

Leia também


				Alagoano relata experiência em montanha onde brasileira morreu: 'Circuito difícil'
Alagoano relatou experiência em montanha onde brasileira morreu. Cortesia à Gazetaweb

“Eu fiz esse mesmo roteiro que a Juliana acabou não tendo sucesso e faleceu. O circuito é muito difícil”, comentou ele.

Naquele 2002, Sacha Passos tirou um ano sabático e decidiu viajar pelo mundo. Na Indonésia, ele seguiu para outros destinos no país, sendo um deles a Ilha de Lombok.

Shorts Youtube
Play
Donald Trump afirma que o Brasil vive momento 'perigoso politicamente'

Donald Trump afirma que o Brasil vive momento 'perigoso politicamente'

Play
Lula rebate Donald Trump: 'Não se meta nas eleições no Brasil'

Lula rebate Donald Trump: 'Não se meta nas eleições no Brasil'

Play
Lula critica gastos militares e defende investimentos em países pobres

Lula critica gastos militares e defende investimentos em países pobres

Play
Deputado estadual Leonam Pinheiro defende o reforço da fiscalização de fogos com estampidos

Deputado estadual Leonam Pinheiro defende o reforço da fiscalização de fogos com estampidos

Play
Ex-prefeito do Pilar declara apoio a Arthur Lira ao Senado: 'político imprescindível'

Ex-prefeito do Pilar declara apoio a Arthur Lira ao Senado: 'político imprescindível'

No local, conheceu outros turistas – americanos e europeus – e todos eles resolveram escalar a montanha que fica ao redor do vulcão.


				Alagoano relata experiência em montanha onde brasileira morreu: 'Circuito difícil'
Alagoano relatou experiência em montanha onde brasileira morreu. Cortesia à Gazetaweb

“A subida é muito difícil”, enfatizou ele. Foram três dias de caminhada, sendo que o grupo dormiu por duas noites em pontos diferentes da trilha. “A estrutura é muito básica”, disse o alagoano.

Ele pontua que, ao acompanhar as notícias sobre a queda de Juliana, percebeu que a maneira de se fazer a trilha na localidade continua igual. “Depois de 20 anos, a gente percebe que a forma ainda é a mesma”, relata ele.

A caminhada é longa e com muitos obstáculos, segundo Sacha. “Tem momentos que a gente precisa se amarrar uns aos outros para subir paredões e conseguir chegar ao topo para fazer a última dormida e escalar a última etapa. Essa etapa é de areia vulcânica e é muito solta. É muito difícil de caminhar. Você sobe três passos e desce dois, exatamente onde ela caiu”, relatou ele com detalhes.

Na última etapa da trilha, conta ele, o grupo acordou às 4h. Ainda era escuro e o objetivo era ver o nascer do Sol. “Eu consegui chegar até o final lá. Foi uma experiência incrível. Bem difícil, mas foi valorosa.”


				Alagoano relata experiência em montanha onde brasileira morreu: 'Circuito difícil'
Brasileira caiu de montanha que rodeia um vulcão na Indonésia. Reprodução

MORTE DE BRASILEIRA

Juliana, natural de Niterói (RJ) e dançarina profissional de pole dance, fazia uma viagem pela Ásia desde fevereiro e visitou países como Filipinas, Tailândia e Vietnã antes de chegar à Indonésia.

O acidente ocorreu na última sexta-feira (20), quando Juliana tropeçou, escorregou e caiu a cerca de 300 metros da trilha. Turistas avistaram a situação cerca de três horas depois e alertaram a família pelas redes sociais, enviando localização exata, fotos e vídeos, incluindo imagens de drone.

A brasileira só foi encontrada nessa terça-feira (24) a uma profundidade de 900 metros. O corpo dela foi içado nesta quarta-feira (25).

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas