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Ação contra PMs que vendiam armas a facções tem 18 presos e 1 baleado

Força-tarefa acontece em Alagoas, onde organizações criminosas eram beneficiadas, além de Pernambuco e Bahia


				
					Ação contra PMs que vendiam armas a facções tem 18 presos e 1 baleado
Material apreendido pela PF. Foto: Polícia Federal

Dezoito pessoas já foram presas durante a Operação Fogo Amigo, da Polícia Federal (PF), deflagrada na manhã desta terça-feira (21). A investida policial está ocorrendo em Salvador, Santo Antônio de Jesus, Porto Seguro e Juazeiro, na Bahia; Petrolina, em Pernambuco; e Arapiraca, no Agreste de Alagoas. Na ação, um dos envolvidos foi baleado em troca de tiros com as forças policiais.

A operação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa composta por diversos policiais militares da Bahia e Pernambuco, CACs (Colecionadores, Atiradores e Caçadores) e lojistas, suspeitos de vender armas e munições ilegais para facções criminosas nos Estados da Bahia, Pernambuco e Alagoas.

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Durante o cumprimento dos mandados, uma pessoa identificada como Diego do Carmo dos Santos foi baleada em confronto com as forças de segurança. O tiroteio aconteceu no bairro São Gonçalo do Retiro, em Salvador.


				
					Ação contra PMs que vendiam armas a facções tem 18 presos e 1 baleado
Operação nesta terça. Foto: Polícia Federal

Desde as primeiras horas da manhã, aproximadamente 325 policiais federais, grupos táticos da PF-BA, PM-BA, PM-PE, PC-BA, Gaeco-BA, Gaeco-PE e Exército estão cumprindo 20 mandados de prisão preventiva e 33 mandados de busca e apreensão nos Estados da Bahia, Pernambuco e Alagoas contra agentes de segurança pública, CACs, empresários e lojas que comercializam armas de fogo, munições e acessórios de forma ilegal.

Além disso, foi autorizado o sequestro de bens e bloqueio de valores de até R$ 10 milhões dos investigados e a suspensão das atividades econômicas de três lojas que vendiam material bélico de maneira irregular.

A reportagem entrou em contato com a assessoria da PF em Alagoas, para obter informações sobre as prisões no Estado, e, no momento, aguarda retorno.

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