Às vésperas de outro El Niño, Brasil segue vulnerável a catástrofes
Previsão é de um aquecimento de 4°C das águas do Pacífico Central, o que seria um El Niño “super forte”

A configuração do fenômeno já está instalada nas águas do oceano Pacífico, salienta o doutor em meteorologia José Marengo, membro do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU) e coordenador-geral de pesquisas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
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“Você vê o padrão de aquecimento no Pacífico Tropical, e está claro. O que nós não sabemos ainda é a intensidade”, frisa. “Estamos em início de junho, e fazer uma previsão em junho para um fenômeno cujo pico de intensidade seria mais ou menos novembro, é muito cedo.”
