Influenciadora esconde iPhone de R$ 12 mil nos seios durante tentativa de assalto
“Tinha acabado de comprar o telefone e já pensei no dinheiro que perderia”, conta Alê Gaúcha

A influenciadora e criadora de conteúdo Alê Gaúcha, de 21 anos, conta que conseguiu preservar um iPhone recém-comprado durante uma tentativa de assalto na saída da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Moradora da cidade, ela escondeu o aparelho embaixo de um dos seios antes da abordagem e afirma que o telefone passou despercebido. Depois do susto, brincou que o próprio corpo havia funcionado como um “cofre natural”.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Na volta para o carro, depois de um mergulho em Copacabana e já vestida para ir embora, Alê percebeu alguém se aproximando e decidiu esconder o telefone. “Coloquei o celular embaixo de um dos seios e deixei ali. Meu peito cobriu o aparelho e ele não foi percebido durante a abordagem. Na hora, eu só pensava que tinha acabado de comprar e não queria perder”, conta.
Leia também
Com o aparelho encoberto pelo seio e sem marcar a roupa, ela atribuiu o celular preservado justamente ao caimento natural que tantas vezes já ouviu que deveria mudar. “Sempre tem alguém dizendo que eu deveria levantar os seios, deixar tudo mais empinado. Pois foi justamente o caimento deles que ajudou a esconder o telefone. Depois que passou o susto, pensei: pela primeira vez, agradeci à gravidade”, diz.
Satisfeita com o volume dos próprios seios, Alê já recorreu ao Botox para cuidar da aparência da região, mas nunca quis colocar próteses e agora encontrou mais um motivo para manter essa escolha. “Fiz Botox, mas nunca quis colocar silicone porque volume eu já tenho. Gosto deles com o movimento e o caimento naturais. Tem gente que levanta o peito. Eu levantei o meu e guardei um iPhone”, conclui.


O que JHC pediu oficialmente ao Governo de Alagoas para abrir a transição?

Relatos de perseguição política no trabalho repercutem na Assembleia Legislativa; Parte 2

Relatos de perseguição política no trabalho repercutem na Assembleia Legislativa; Parte 1

