Mais de 158 milhões de brasileiros podem voltar às urnas; cinco Estados e o DF elegem presidente e governador
Desse total, mais de 136 milhões são obrigados a votar e pouco mais de 22 milhões podem votar se assim desejarem

Mais de 158 milhões de eleitores poderão voltar às urnas neste domingo (25) para a definição de uma das disputas à Presidência da República mais acirradas da história do país.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Desse total, mais de 136 milhões são obrigados a votar e pouco mais de 22 milhões podem votar se assim desejarem.
Leia também
Nesse último grupo, estão, por exemplo, os jovens de 16 e 17 anos, muitos dos quais se mobilizaram após o primeiro turno por Flávio Bolsonaro (PL) e por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e as pessoas com mais de 70 anos, que viraram alvo das campanhas e têm manifestado o desejo de votar.
A abstenção no 1º turno ultrapassou a marca de 33 milhões de eleitores — 21,08% do eleitorado apto a votar — e atingiu o nível mais alto desde 1998.


Motociclista morre em colisão frontal no viaduto da antiga PRF, em Maceió

Alfredo em Arapiraca: “Tenho muito orgulho de encerrar essa jornada aqui”

Alfredo Gaspar sobre debate: “Flávio é o mais preparado”

Célia diz que Alfredo ao lado de Flávio seria melhor para o Governo de Alagoas
Esse eleitor, que pode fazer a diferença, qualquer que seja o candidato, pode votar no segundo turno.
Disputa para governador
No início do mês (4), 20 unidades da federação definiram em primeiro turno a disputa para governador.
O cenário de 2026 foi mais favorável às vitórias em primeiro turno do que o observado quatro anos atrás.
Nas eleições de 2022, 15 unidades da federação definiram seus governadores ainda na primeira etapa de votação.
➡️ Haverá segundo turno em cinco estados e no Distrito Federal terão eleição para governador em 2º turno. São eles:
Espírito Santo: Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB);
Amazonas: Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL);
Rio Grande do Norte: Allyson (União) e Cadu de Lula (PT);
Acre: Mailza Assis (Progressistas) e Alan Rick (Republicanos);
Tocantins: Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PSDB); e
Distrito Federal: Celina Leão (Progressistas) e Leandro Grass (PT).
Os estados com fusos horários diferentes do de Brasília vão fazer ajustes nos horários de votação, começando mais cedo ou terminando mais tarde, para acompanhar a regra nacional.
➡️ Em Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Roraima, por exemplo, as seções começam a receber os eleitores às 7h, no horário local, o que corresponde às 8h no horário de Brasília.
Na maior parte do Amazonas, a votação também vai começar às 7h. Em algumas localidades que seguem o fuso do Acre, porém, o início será às 6h no horário local.
Em Fernando de Noronha (PE), onde o fuso é de uma hora à frente de Brasília, a votação começa às 9h.
Com a unificação do horário, a Justiça Eleitoral deve começar a divulgar os resultados a partir das 17h, pelo horário de Brasília.
Alterações em locais de votação foram promovidas pelos Tribunais Regionais Eleitorais por conta de questões climáticas, problemas na estrutura dos prédios e para garantir a segurança de eleitoras e eleitores. As alterações são excepcionais.
111 são os locais de votação em que houve alteração do primeiro para o segundo turno. É o prédio onde funcionam as seções eleitorais, como escolas, universidades.
442 são as seções eleitorais em que houve alteração do local de votação do primeiro para o segundo turno. É a sala onde a eleitora ou o eleitor vota.
Veja como verificar o local de votação
Aplicativo da Justiça Eleitoral
Disponível gratuitamente para dispositivos Android e iOS, o aplicativo da Justiça Eleitoral permite utilizar a versão digital do título de eleitor como identificação no momento da votação, além de consultar informações atualizadas sobre o local onde o eleitor deve votar.
Para acessar esses dados, basta instalar o aplicativo, informar os dados solicitados e selecionar a opção “Onde Votar”. Nessa seção, é possível verificar a zona e a seção eleitoral.
Autoatendimento Eleitoral nos portais da Justiça Eleitoral
Outra alternativa é utilizar a plataforma de Autoatendimento Eleitoral, disponível nos sites do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Por meio dela, os cidadãos podem consultar informações eleitorais, regularizar pendências, modificar dados cadastrais e emitir documentos sem precisar comparecer presencialmente.
Para utilizar o serviço, acesse o portal do TSE ou do TRE do seu estado e clique na área “Autoatendimento Eleitoral”. Em seguida, entre na seção “Consultas” e escolha a opção “Onde votar”.
O sistema solicitará informações pessoais, como número do título de eleitor, CPF ou nome completo, data de nascimento e nome da mãe. Após preencher os campos, será possível consultar a situação do título, o endereço do local de votação e sua localização no Google Maps.
Cartório eleitoral e atendimento telefônico
Se estiver sem internet ou com dificuldades, o eleitor pode ir até o cartório eleitoral mais próximo de sua casa e verificar os dados atualizados.
O Disque Eleitoral de cada TRE também fica disponível para auxiliar.
O ChatVote, que é a ferramenta de inteligência da Justiça Eleitoral, também ajuda a esclarecer dúvidas e fornecer orientações aos eleitores. Está disponível no site do TSE, no canto inferior direito da tela.
Voto no exterior
➡️ Em 2026, 918,9 mil brasileiros no exterior estão aptos a votar.
O número representa um aumento de 31,8% em relação a 2022, e o maior contingente desde 1989. No entanto, o percentual de comparecimento é menor que o registrado nas duas eleições presidenciais anteriores.
Em 2022, 301.509 eleitores votaram no exterior no primeiro turno, o equivalente a 43,83% dos aptos. Naquele ano, Lula também foi o candidato mais votado pelos brasileiros no exterior, com 47,17% dos votos.
Os brasileiros com domicílio eleitoral no exterior votam apenas para presidente e vice-presidente da República. Para participar da eleição fora do país, é necessário ter transferido previamente o domicílio eleitoral para uma zona eleitoral no exterior.
