PC não identifica indícios de transfobia ou motivação política em morte de mulher trans em AL
Paolla Paullyne Freitas Araújo de Alencar Vital, de 34 anos, foi assassinada em Santa Luzia do Norte

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) informou que, até o momento, não identificou indícios de que o assassinato da mulher trans Paolla Paullyne Freitas Araújo de Alencar Vital, de 34 anos, tenha sido motivado por transfobia ou questões políticas. A vítima foi morta na noite dessa quinta-feira (22), em Santa Luzia do Norte, na Região Metropolitana de Maceió.
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Segundo a PCAL, a principal hipótese investigativa é de que o crime esteja relacionado a conflitos ligados ao tráfico de drogas na região. Informações preliminares apontam que Paolla teria envolvimento com o comércio de entorpecentes na cidade.
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A vítima foi encontrada morta na Rua Tiradentes, no centro do município, em frente a um beco conhecido como “Beco Sem Saída”. De acordo com a Polícia Civil, ela apresentava pelo menos duas lesões provocadas por disparos de arma de fogo.
O caso é investigado como homicídio qualificado. As primeiras diligências foram realizadas pela equipe da Unidade de Atendimento de Local de Crime 2 (UALC 2), sob a coordenação do delegado Victor Freitas.


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Paolla era natural de Coqueiro Seco e concorreu a uma vaga de vereadora nas eleições municipais de 2024, pelo MDB, com o nome de urna Paolla Araújo. Ela recebeu 87 votos e ficou como suplente.
As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do assassinato e identificar os responsáveis.
