Iverson Fernandes aponta problemas ofensivos do CRB e dispara: "Trabalho bateu no teto"
Seorista do Galo citou a seca de gols dos atacantes do time em casa e questionou a não utilização de Luiz Phellype
No programa Bola Quente dessa segunda-feira (19), o Timaço na Gazeta repercutiu a frustrante derrota do CRB no último domingo (18). O Galo perdeu uma chance de outro de entrar no G-6 ao ser derrotado para o Botafogo-SP no Estádio Rei Pelé.
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Em determinado momento do programa, o setorista do CRB, Iverson Fernandes, destacou a seca de gols dos atacantes regatianos no Trapichão. Como mandante, nenhum jogador da posição marca com a bola rolando desde a vitória sobre o América-MG por 3 a 1, no último dia 4 de setembro.
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"São quatro jogos seguidos em casa que um atacante não faz gol com bola rolando, o Mikael fez no jogo passado contra a equipe do Atlético Guariniense, mas foi de pênalti, de bola rolando o último gol que um atacante fez foi justamente o Mikael contra o América Mineiro, então é uma queda do CRB que vem já se acentuando há um bom tempo", comentou.

Diante disso, o comentarista também questionou a pouca utilização do atacante Luiz Phellype por parte do técnico Fábio Matias, além de citar a partida contra a Ponte Preta no primeiro turno, quando o centroavante entrou nos minutos finais e decidiu o duelo. O jogador não vem sendo nem relacionado nas últimas rodadas.


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"Ninguém no CRB questiona o motivo do Luiz Phellype não ser relacionado? Ontem era jogo para ele. Talvez o torcedor não concorde que o Luiz Phellype mereça esta oportunidade, e fale que os gols que ele fez na Série B foram contra um adversário frágil, que era a Ponte Preta. Mas a Ponte Preta naquele momento é mais ou menos o nível do Botafogo-SP atual e o Luiz Phellype quando entra naquele jogo faz dois gols, ele empata e vira o jogo", destacou.
Na opinião de Iverson, o trabalho de Fábio Matias bateu no teto. O comentarista deixa claro que isto não é uma crítica ao treinador, mas destaca que considera pouco provável que o Galo continue evoluindo.
"Me parece que o trabalho bateu no teto. Eu não estou dizendo que o treinador é ruim ou algo do tipo, não, não é isso. O que acontece é que ele pegou um time em má fase, depois disso consegui chegar em um momento de ascensão, e agora chegou no momento que parece que não consegue continuar esse bom trabalho", disse.
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