Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Caso Lito Sousa: por que a morte de uma pessoa pública pode causar luto?

Psicóloga oncologista e paliativista explica como é possível viver o luto pela morte de uma pessoa pública


				Caso Lito Sousa: por que a morte de uma pessoa pública pode causar luto?
Reprodução/Instagram.

Lito Sousa morreu aos 59 anos nessa quinta-feira (1º/10). Para muitas pessoas, a notícia da morte do influenciador, diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob há cerca de dois meses, provocou uma reação que pode parecer difícil de explicar: tristeza, choro e sensação de vazio. Afinal, dá para sentir luto por alguém que, na realidade, nunca conheceu pessoalmente?

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

De acordo com a psicóloga oncologista e paliativista Wlliane Flores Moreira, é possível viver o luto pela morte de uma pessoa com quem nunca se teve uma relação presencial. Isso porque o vínculo não depende necessariamente da convivência física para existir.

Leia também

“Quando acompanhamos alguém durante anos, ouvimos sua voz, conhecemos seus pensamentos, esperamos pelos seus conteúdos e incorporamos aquela presença à nossa rotina, aquela pessoa passa a ocupar um espaço na nossa vida. A morte interrompe essa presença e pode provocar uma reação genuína de perda.”

A especialista em luto explica que um influenciador pode estar presente diariamente na rotina de alguém por meio de vídeos, podcasts, stories e publicações. Por isso, a presença pode se tornar familiar.

Shorts Youtube
Play
Lei seca é revogada para o período das eleições

Lei seca é revogada para o período das eleições

Play
Polícia prende jovem suspeita de tráfico de drogas

Polícia prende jovem suspeita de tráfico de drogas

Play
Motorista morre em acidente na AL-105

Motorista morre em acidente na AL-105

Play
Após rumores de renúncia de suplência, PDT se reúne para traçar metas após as eleições

Após rumores de renúncia de suplência, PDT se reúne para traçar metas após as eleições

Play
Renan Filho aposta em caravana na capital e JHC marca agenda em Arapiraca

Renan Filho aposta em caravana na capital e JHC marca agenda em Arapiraca

“As redes sociais mudaram a maneira como nos relacionamos com pessoas que não fazem parte do nosso círculo íntimo. Não é necessário que exista intimidade nos moldes tradicionais para que alguém tenha significado emocional para nós. Uma pessoa pode nunca ter sabido que determinado seguidor existia e, ainda assim, ter ocupado um espaço importante na vida dele”, afirma.

“Eu nem conhecia, mas estou sofrendo”

Segundo a psicóloga, a frase “eu nem conhecia, mas estou sofrendo” não deve ser entendida como exagero. A intensidade da reação pode estar relacionada não apenas à pessoa que morreu, mas também ao que ela representava para quem a acompanhava

A morte de uma personalidade pública pode ainda despertar sentimentos relacionados a outras perdas, diz Wlliane Flores.

Às vezes, a morte de alguém que acompanhávamos pelas redes toca em uma perda que já vivemos ou em um medo que carregamos. Aquela pessoa pode ser o ponto de contato com sentimentos que já estavam dentro de nós.

Wlliane Flores Moreira, psicóloga

Acompanhe a matéria em Metrópoles.com

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas