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'CHACINA DE GUAXUMA': caso termina sem condenação e com perguntas sem respostas


				O caso que chocou Alagoas chegou ao fim em 2026 sem ninguém condenado. O STJ restabeleceu a absolvição de Daniel Galdino Dias, único denunciado pelo assassinato de uma família de quatro pessoas em 2015.
Chacina de Guaxuma termina sem condenação. REPRODUÇÃO

				Evaldo da Silva Santos, a esposa Jenilza de Oliveira Paz e os filhos Guilherme, de 2 anos, e Esterfany, de 8, foram assassinados em 8 de novembro de 2015, no Sítio Zé Peó, em Guaxuma, Maceió.
Família foi morta em 2015. REPRODUÇÃO

				Os filhos do casal foram encontrados dentro de valas no terreno. O terceiro filho, então com 5 anos, sobreviveu ao ataque, foi socorrido pelo Samu e se tornou uma das principais testemunhas da investigação.
Crianças tentaram se esconder do ataque. REPRODUÇÃO

				Segundo a perícia, as quatro vítimas sofreram múltiplos ferimentos provocados por uma foice. Evaldo teve 11 lesões, uma das mãos decepada e um corte profundo na nuca. Jenilza e as crianças também apresentavam ferimentos graves.
Vítimas foram mortas a golpes de foice. REPRODUÇÃO

				Durante a investigação, o filho sobrevivente apontou Daniel Galdino como autor do crime em procedimentos de reconhecimento por fotografias. Depois, em dezembro de 2015, também o reconheceu presencialmente entre 13 homens.
Criança reconheceu Daniel como autor. REPRODUÇÃO

				Daniel foi julgado em março de 2022 e absolvido pelos jurados por ausência de provas. O Ministério Público recorreu, e o TJ-AL anulou o julgamento, determinando que ele fosse submetido a um novo júri.
Júri absolveu único acusado. REPRODUÇÃO

				A defesa recorreu ao STJ, que, em 26 de janeiro de 2026, restabeleceu a absolvição. Com o trânsito em julgado, o processo foi arquivado e só poderá ser reaberto diante de fatos novos. A autoria e a motivação do crime permanecem sem uma resposta judicial definitiva.
Caso é arquivado sem resposta. REPRODUÇÃO

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