Quantas pessoas Lizzie Borden matou?
Depois de contar as histórias de Jeffrey Dahmer, dos irmãos Erik e Lyle Menendez e de Ed Gein, a antologia Monstro

Depois de contar as histórias de Jeffrey Dahmer, dos irmãos Erik e Lyle Menendez e de Ed Gein, a antologia Monstro, que relembra crimes reais chocantes, traz a sua primeira protagonista feminina, Lizzie Borden, em Monstro: A História de Lizzie Borden, que já está disponível no catálogo da Netflix.
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Mas, afinal, quantas pessoas Lizzie Borden matou? A resposta envolve um dos julgamentos mais famosos e controversos da história dos Estados Unidos. Confira a seguir:
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Quem foi Lizzie Borden?
Lizzie Andrew Borden nasceu em 19 de julho de 1860, em Fall River, Massachusetts, nos Estados Unidos. Filha de Andrew Borden, empresário conhecido na comunidade, ela cresceu em uma família de classe média alta marcada pela rigidez moral e religiosa da era vitoriana.


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A jovem tinha uma vida aparentemente convencional para os padrões da época: frequentava a igreja e participava de atividades sociais da comunidade. Dentro de casa, porém, a relação com a madrasta, Abby Borden, era descrita como difícil e distante. As tensões familiares se tornariam importantes para a história que transformaria Lizzie em uma das figuras mais conhecidas dos crimes reais.
O crime que chocou os Estados Unidos
Na manhã de 4 de agosto de 1892, Andrew e Abby Borden foram encontrados mortos dentro da própria casa. O pai de Lizzie, então com 70 anos, havia sido atacado repetidamente com um objeto semelhante a um machado, enquanto a madrasta foi encontrada no quarto de hóspedes, também vítima de golpes na cabeça.
A investigação rapidamente passou a considerar Lizzie como suspeita. Ela estava na residência no dia dos assassinatos, assim como a empregada Bridget Sullivan, que posteriormente afirmou que estava dormindo quando os crimes aconteceram.
Alguns elementos levantaram suspeitas contra Lizzie. Entre eles estavam contradições em seus depoimentos, a compra de ácido no dia anterior aos assassinatos e o episódio em que ela teria queimado um vestido pouco depois das mortes. As circunstâncias, porém, não foram suficientes para estabelecer de forma definitiva sua culpa.
