Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Gordura abdominal e baixa força muscular indicam maior risco de morte

Estudo com adultos mostra que combinação supera IMC ao apontar risco de mortalidade ao longo de quase sete anos


				Gordura abdominal e baixa força muscular indicam maior risco de morte
Unsplash.

O índice de massa corporal (IMC) é um dos principais indicadores usados na prática clínica para avaliar o peso corporal, mas pode não ser o parâmetro mais preciso para estimar o risco de morte. É o que sugere um novo estudo, segundo o qual a combinação entre o acúmulo de gordura abdominal e a força muscular pode ser um indicador mais eficaz desse risco.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A pesquisa, publicada em 22 de agosto no Archives of Gerontology and Geriatrics, acompanhou 5.674 adultos nos Estados Unidos por quase sete anos. Durante o período, 373 participantes morreram. Os pesquisadores observaram que pessoas com maior acúmulo de gordura no abdômen e menor força de preensão manual apresentavam maior risco de morte.

Leia também

Como as medidas foram analisadas

A gordura abdominal foi estimada pelo diâmetro do abdômen. Isoladamente, essa medida não apresentou relação significativa com a mortalidade.

Shorts Youtube
Play
Suspeito de estupro é espancado, esfaqueado e preso

Suspeito de estupro é espancado, esfaqueado e preso

Play
Jogo entre CRB e Sport termina em tumulto no Rei Pelé

Jogo entre CRB e Sport termina em tumulto no Rei Pelé

Play
Motorista morre após caminhão tombar

Motorista morre após caminhão tombar

Play
Investigação de desvio de verbas em Capela

Investigação de desvio de verbas em Capela

Play
Fogo assusta moradores na Levada

Fogo assusta moradores na Levada

Já a força de preensão foi avaliada de forma proporcional ao tamanho do corpo. Em vez de considerar apenas a força total, os pesquisadores analisaram o quanto ela é adequada para o porte físico de cada pessoa.

Indivíduos com menor força relativa tiveram risco de morte cerca de 60% maior. Quando essa condição apareceu junto com o excesso de gordura abdominal, o risco foi ainda maior.

Resultados combinados

Participantes com as duas características apresentaram risco de mortalidade 97% maior em comparação com aqueles sem essas alterações. A associação foi observada mesmo após considerar fatores como idade, renda, hábitos de vida e presença de doenças.

Segundo os autores, o diâmetro abdominal pode indicar melhor a gordura visceral, que se acumula ao redor dos órgãos. Já a força de preensão relativa ajuda a identificar fraqueza, inclusive em pessoas com maior massa corporal.

Limites e o papel do IMC

Apesar dos resultados, os pesquisadores afirmam que ainda são necessárias mais evidências antes que essas medições sejam adotadas de forma rotineira.

Eles também destacam que nenhum indicador isolado é suficiente para prever a saúde futura. O IMC continua útil, mas deve ser interpretado em conjunto com outros fatores, como força muscular, mobilidade e composição corporal.

Quando excesso de gordura e baixa força aparecem juntos, a condição é conhecida como obesidade dinapênica. Estudos anteriores já associaram esse quadro a maior risco de morte, reforçando a importância de avaliar o corpo além do peso total.

Acompanhe a matéria em Metrópoles.com

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas