Cesta básica em Maceió sobe 1,43% e chega a R$ 627,45 em agosto
Tomate teve a maior alta entre os produtos, de 11,87%

O preço da cesta básica em Maceió subiu 1,43% entre julho e agosto de 2026, chegando a R$ 627,45, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Maceió foi uma das duas capitais brasileiras que registraram aumento no valor da cesta no período. A outra foi São Luís, que teve alta de 0,78%. Nas demais 25 capitais pesquisadas, houve redução.
Leia também
Entre os 12 produtos que compõem a cesta básica pesquisada na capital alagoana, oito ficaram mais caros em agosto. O tomate teve a maior alta, de 11,87%, seguido pelo arroz agulhinha (3,97%) e pela carne bovina de primeira (2,87%). Também subiram os preços do leite integral (0,74%), óleo de soja (0,71%), manteiga (0,63%), banana (0,54%) e farinha de mandioca (0,33%).
Por outro lado, quatro produtos apresentaram queda de preço. O feijão carioca ficou 5,24% mais barato, enquanto o pão francês caiu 2,43%, o café em pó teve redução de 0,61% e o açúcar cristal, de 0,55%.


Prazo para confirmar interesse na lista de espera do CNU termina nesta sexta-feira (11)

Incêndio atinge quarto de adolescente autista

Novos editais da PMAL e do CBMAL reservam 5% das vagas para pessoas com deficiência

Serviço de abastecimento de água em Murici pode afetar fornecimento na quinta-feira (10)
Na comparação com agosto de 2025, o custo da cesta básica em Maceió aumentou 5,24%. No acumulado de 2026, a alta chega a 6,40%.
Em 12 meses, o feijão carioca foi o produto que mais subiu, com alta de 48,30%. Também ficaram mais caros a carne bovina de primeira (14,60%), o leite integral (10,86%), a farinha de mandioca (4,28%), o óleo de soja (1,32%), a manteiga (0,66%) e o pão francês (0,34%).
Impacto no salário
O levantamento aponta que o trabalhador de Maceió que recebe o salário mínimo de R$ 1.621 precisou trabalhar 85 horas e 10 minutos para comprar a cesta básica em agosto. Em julho, eram necessárias 83 horas e 58 minutos.
A cesta consumiu 41,85% do salário mínimo líquido do trabalhador em agosto. No mês anterior, o percentual era de 41,26%.
Mesmo com a alta, Maceió teve o terceiro menor custo médio da cesta básica entre as capitais do Norte e Nordeste, atrás apenas de Aracaju, com R$ 570,98, e Natal, com R$ 627,42.
