Delegados da PF veem “atropelo” em decisão que afastou Andrei
A associação, que representa mais de 2,3 mil delegados e delegadas federais, classificou o momento como de “crise institucional grave”

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) questionou a forma como foram determinados os afastamentos preventivos do diretor-geral da Polícia Federal (PF) Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. Em nota divulgada após a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade afirmou que houve “atropelo aos ritos processuais” e defendeu que uma medida contra o chefe máximo da corporação deveria ser tomada pelo Plenário do Supremo.
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A associação, que representa mais de 2,3 mil delegados e delegadas federais, classificou o momento como de “crise institucional grave” e pediu serenidade na condução das apurações.
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Andrei e Almada foram afastados cautelarmente nesta terça-feira (8/9). A decisão de Mendonça também determinou que a Corregedoria da PF abra procedimentos para investigar a produção de relatórios de inteligência sobre autoridades.
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