Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Mulher morta a tiro por PM durante abordagem é enterrada em Maceió; prima diz: “Foi muita covardia”

Amanda Ruanne Lopes da Silva, de 32 anos, era mãe de dois filhos; família e defesa dos militares apresentam versões diferentes sobre o disparo

O corpo de Amanda Ruanne Lopes da Silva, de 32 anos, foi enterrado nesta segunda-feira (7), em Maceió, dois dias após ela ser baleada durante uma abordagem da Polícia Militar no bairro Jacintinho. Mãe de dois filhos, Amanda foi lembrada por familiares e amigos como uma mulher alegre, trabalhadora e muito ligada à família.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Durante o sepultamento, a prima da vítima, Wyllyane Ryelly, lamentou a forma como Amanda morreu e voltou a contestar a atuação dos policiais envolvidos na ocorrência.

Leia também

“Para a gente que é da família, saber que a minha prima perdeu a vida assim, do nada, por nada, sem motivo nenhum, inocente, foi muita covardia”, afirmou.

Família relembra Amanda

Shorts Youtube
Play
Ataque a tiros deixa cinco baleados no RJ

Ataque a tiros deixa cinco baleados no RJ

Play
Suspeito de integrar alto escalão do PCC é preso no litoral de SP

Suspeito de integrar alto escalão do PCC é preso no litoral de SP

Play
Homem invade igreja, dá soco em bispo e grita: “Avisa para Jesus”

Homem invade igreja, dá soco em bispo e grita: “Avisa para Jesus”

Play
Bombeiros controlam incêndio em sala de aula em Arapiraca

Bombeiros controlam incêndio em sala de aula em Arapiraca

Play
Eleições 2026: tropas federais embarcam para cidades do estado

Eleições 2026: tropas federais embarcam para cidades do estado

Familiares e amigos acompanharam o velório e o sepultamento e destacaram a personalidade extrovertida de Amanda. Segundo os relatos, ela conciliava o trabalho com os cuidados dos dois filhos e era muito próxima da família.

“Eu vou dizer que a Amanda era uma guerreira”, disse um amigo da família durante a despedida.

Amanda também era conhecida pela paixão pelo CRB e costumava compartilhar nas redes sociais vídeos dançando e registros ao lado dos filhos.

Família e policiais apresentam versões diferentes

A morte aconteceu na noite de sábado (5), na comunidade Aldeia do Índio, na região da Grota do Cigano. A Polícia Militar havia ido ao local após uma denúncia relacionada ao uso e ao tráfico de drogas.

A família de Amanda contesta a versão apresentada pelos policiais. Segundo Wyllyane, uma familiar teria sido impedida de passar pelo local e ofendida por um militar. Amanda teria questionado o agente sobre a situação.

Ainda conforme o relato da prima, o policial teria empurrado Amanda e, em seguida, sacado a arma e efetuado um disparo contra o peito dela. A família afirma que a vítima não teria agredido fisicamente o militar.

Imagens registradas durante a ocorrência mostram a movimentação dos policiais após o disparo. Amanda foi colocada em uma viatura e levada para uma unidade de pronto atendimento, mas não resistiu ao ferimento.

Defesa dos militares apresenta outra versão

O advogado dos policiais envolvidos, Napoleão Júnior, apresentou uma versão diferente sobre a ocorrência.

Segundo ele, os militares iniciaram a abordagem de pessoas que estariam envolvidas com drogas quando um grupo de quatro mulheres teria contestado a ação. Ainda conforme a defesa, Amanda teria xingado os policiais e tentado impedir o trabalho da equipe.

O advogado afirmou que a situação teria colocado em risco a integridade física dos militares e que os policiais envolvidos já prestaram depoimento. Segundo ele, os agentes não foram afastados das atividades.

As circunstâncias do disparo ainda são investigadas, e as versões apresentadas pela família e pela defesa deverão ser analisadas no decorrer da apuração.

Investigação

O Ministério Público de Alagoas acompanha o caso e já solicitou informações à Polícia Civil. O órgão pretende esclarecer as circunstâncias da abordagem e verificar se o uso da arma de fogo foi necessário.

O inquérito policial e o laudo do exame cadavérico deverão ser analisados pelo Ministério Público para definir as providências cabíveis.


				Mulher morta a tiro por PM durante abordagem é enterrada em Maceió; prima diz: “Foi muita covardia”

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas